Como conseguir economia de energia elétrica em sua casa

10/12/2012

As instalações elétricas mal feitas ou mal conservadas causam desperdícios de energia e deixam a conta de luz mais cara.

Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo revela que até 2,5% são desperdiçados em uma instalação elétrica, principalmente em edificação acima de 20 anos de construção, quer dizer a energia passa pelo medidor e não é aproveitada em trabalho útil, é consumida pelo aquecimento de condutores e acessórios das instalações elétricas.

Para um consumo de 200 kWh por mês que equivale a R$74,00, o desperdício, em um ano, é de 60 kWh ou, em reais, R$ 22,20.

Como identificar esses problemas!
As verificações das instalações elétricas devem ser feitas por profissionais qualificados. O contato com a rede elétrica pode causar choques com risco de morte.

Devemos estar atento e verificar todos os itens e acessórios correspondentes às instalações elétricas da edificação. Condutores compatíveis com a corrente instalada, condutores aquecidos ou deformados, plugues de eletrodomésticos, encaixe das tomadas (orifício), tomadas com sinais de aquecimento, soquetes de lâmpadas com sinais de aquecimento, interruptores com mal contato (quando ligado faz ruído), quadros de luz sem proteção. Outros sinais claros de problemas são o acionamento de luz ao ligar uma, a outra estando acessa da um sinal de queda de tensão, choques em chuveiro, disjuntor desarmando, oscilações na luz, excesso de equipamentos em um único circuito, excedendo a corrente limitada ao condutor, instalações obsoletas e mal dimensionados.

Sugestão

Se a sua casa ou apartamento tem mais de 10 anos e nunca passou por reformas no sistema elétrico, certamente esta na hora de solicitar um profissional Eletricista para verificar todo o sistema elétrico e isso deve ser realizado a cada 5 anos.

De acordo com a NBR-5410 todas as instalações elétricas principalmente (tomadas de uso específicos (TUEs) e tomadas de uso gerais (TUGs) devem ter o condutor terra instalado para proteção contra choques elétricos.

Ex. de circuito com aquecimento na fase central do disjuntor

circuito foto com aquecimento

Foto extraída do site (www.grothec.com.br)

Claudio – HPTEL


PROTEÇÃO DE DESCARGA ELÉTRICA

14/03/2012

ATERRAMENTO

Nem só de fusíveis e disjuntores estaremos seguros e protegidos, existe algo tão fatal e doloroso quanto aos choques elétricos que são os “RAIOS” que para muitos o resultado é desconhecido. O que esta faltando é a “INFORMAÇÃO” das consequências que ele pode trazer, são resultados catastróficos e mortais. Primeiramente os executores de serviços tem que passar as informações sobre as necessidades do sistema de aterramento em edificações para seus clientes, informando sobre os perigos e as consequências do “raio”. Todos os profissionais da área de elétrica (eletricistas, técnicos e engenheiros), têm por obrigação alertar os proprietários de edificações, a maioria pode não concordar com a instalação devido aos custos. E sempre ouvimos as mesmas desculpas, “nunca aconteceu isso de raio cair e não é agora que vai acontecer”, só que eles esquecem que as condições climáticas do planeta esta mudando a cada dia, os dados estatísticos mostram que cada vez mais os números de descarga atmosférica “raios” aumentam em nosso Planeta.  As informações dependem principalmente de nós Eletricistas, Técnicos e Engenheiros. Nas visitas que faço a clientes e consultas que recebo pelo site, percebe-se que algo esta errado, ou o cliente não acredita nas normas ou não aceita sugestão de profissionais experientes. É muito comum depararmos com essas situações em edifícios, comerciais, residências e principalmente em edificações rurais onde a incidência de descargas atmosférica é maior.

No ultimo mês de fevereiro de 2012 houve várias descargas atmosférica “raios” na cidade onde resido, principalmente na região central que tem centenas de edifícios, neste periodo houve casos que atendi onde somente em um edifício teve queima de vários aparelhos eletrônicos, TVs, geladeiras, sistema de som, modems, telefones sem fios e outros.

Neste caso sempre somos questionados a dar opiniões sobre o que fazer para reaver os produtos de volta, mas, dificilmente somos consultados para verificar ou corrigir o sistema de proteção de descarga atmosférica (SPDA) da edificação.

Francamente, minha opinião, Acredito que a concessionária de energia elétrica do local, é a menos responsável pelos prejuízos gerados por raios. (são coisas da natureza).

A descarga elétrica dificilmente vem pela rede elétrica e sim pela própria edificação, exceto se as instalações a partir do quadro tipo padrão não estiverem de acordo com as normas previstas pela concessionária local.

Pode ser que aconteça da descarga “raio” ir pela rede elétrica?… Não estou tomando partido nem de A nem de B, mas será que neste caso todos os aparelhos que estão ligados na mesma rede da concessionária, casas visinhas, apartamentos não queimariam também?

O que causa estranheza é saber que todos sabem, mas ao mesmo tempo não querem saber… das normas de instalações NBR 5410 em vigor e NBR 14136, que atende as exigências e prevê para a tomada fixa o terceiro pino ou contato de aterramento

Proteger os equipamentos eletrônicos!

A primeira palavra que ouvimos, “AMELHOR COISA PARA NÃO QUEIMAR É O FILTRO DE LINHA”, pois é, a informação nunca é completa que seria mais o menos assim, “compro o filtro de linha e antes de instalar vou providenciar um sistema de aterramento para interligar no filtro de linha”. Ou será que o plugue com o pino de aterramento do filtro, esta lá por simples capricho do fabricante. E (CUIDADO) com aqueles filtros que tem as tomadas com três pinos e o plugue com dois, neste caso não existe condutor de terra. O sistema de aterramento devera estar de acordo com as normas previstas da NBR 5419. Caso contrario, a instalação será em vão.

COMO SE PROTEGER DE UMA DESCARGA ATMOSFÉRICA?

Consulte um profissional  da área elétrica que tenha conhecimentos em SPDA

Claudio – HPTEL


PORQUE FICO NO ESCURO?

07/01/2012

“O Mãheeeeeee liga o disjuntor pra Mimmmm”

É muito comum isso acontecer, principalmente no período do inverno, é quando mudamos a temperatura do chuveiro do verão para o inverno e usamos a torneira elétrica para não congelar a mãos.

TUDO ISSO ACONTECE POR QUE?

Todos nós sabemos que tudo tem um começo, “porque não começar pelo começo?”, cuidado com os famosos “puxadinhos” o próprio nome já diz, cansativos, caros, custosos etc.

E muitos tem a idéia… “vou fazer um provisório até o ano que vem”. hehehehehe… Isso ai só acontece a cada 1 por 1.000.000,  passa 1, 2, 3, 10, 20 anos e ai vai acaba virando titio vira avós, estica mais um pouquinho e por ai vai  até que o fogo chega. Não é piada não, é estatística.

PLANEJAMENTO. Hoje uma construção tem o custo mínimo de + ou – de R$600,00 por m², e deste valor temos que considerar que de 3 a 4% são para o investimento em materiais de elétrica, para isso temos que planejar a construção para não ter problemas e deficiências no sistema elétrico da construção. Isso também vale para outros sistemas de hidráulicas e Telecom.

CUIDADOS COM MULTIRÃO.  Pode ficar mais em conta “barato” a mão de obra, mas os matérias não podem ser excluídos de forma nenhuma.

As questões mais comuns são, porque minhas lâmpadas piscam, o disjuntor desarma, o chuveiro queima e etc.

Diz um ditado que “só vendo para crer”, depois do ocorrido dizem “agora eu acredito”.

SUGESTÃO se vai construir uma edificação acima de 40m² solicite a instalação do medidor padrão com a tensão de 110/220 volts mas nada impedem de ter a mesma tensão em uma edificação até 40m².

Consulte um profissional eletricista para assessorar ou executar os serviços de eletricidade.

Claudio – HPTEL


Como evitar acidentes com eletricidade?

01/02/2011

FATALIDADE OU DESCUIDO? 

Cada vez mais os acidentes com eletricidade acontecem, e a maioria é com pessoas que trabalham na área. O que realmente esta acontecendo? é a pressa para produzir mais ou pressão superior? É de conhecimento que é comum alguns profissionais não aceitarem a idéia de ter que usar alguns equipamentos de segurança por terem alguns vícios antigos e confiar na experiência adquirida durante a sua vida, só que, os acidentes não acontecem quando queremos e sim quando estamos expostos ao perigo.

NORMAS FORAM FEITAS PARA SER CUMPRIDAS!

10.4 - SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO, MONTAGEM, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

10.4.1 As instalações elétricas devem ser construídas, montadas, operadas, reformadas, ampliadas, reparadas e inspecionadas de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores e dos usuários, e serem supervisionadas por profissional autorizado, conforme dispõe esta NR.

10.4.2 Nos trabalhos e nas atividades referidas devem ser adotadas medidas preventivas destinadas ao controle dos riscos adicionais, especialmente quanto a altura, confinamento, campos elétricos e magnéticos, explosividade, umidade, poeira, fauna e flora e outros agravantes, adotando-se a sinalização de segurança.

10.4.3 Nos locais de trabalho só podem ser utilizados equipamentos, dispositivos e ferramentas elétricas compatíveis com a instalação elétrica existente, preservando-se as características de proteção, respeitadas as recomendações do fabricante e as influências externas.

10.4.3.1 Os equipamentos, dispositivos e ferramentas que possuam isolamento elétrico devem estar adequados às tensões envolvidas, e serem inspecionados e testados de acordo com as regulamentações existentes ou recomendações dos fabricantes.

10.4.4 As instalações elétricas devem ser mantidas em condições seguras de funcionamento e seus sistemas de proteção devem ser inspecionados e controlados periodicamente, de acordo com as regulamentações existentes e definições de projetos.

10.4.4.1 Os locais de serviços elétricos, compartimentos e invólucros de equipamentos e instalações elétricas são exclusivos para essa finalidade, sendo expressamente proibido utilizá-los para armazenamento ou guarda de quaisquer objetos.

10.4.5 Para atividades em instalações elétricas deve ser garantida ao trabalhador iluminação adequada e uma posição de trabalho segura, de acordo com a NR 17 – Ergonomia, de forma a permitir que ele disponha dos membros superiores livres para a realização das tarefas.

10.4.6 Os ensaios e testes elétricos laboratoriais e de campo ou comissionamento de instalações elétricas devem atender à regulamentação estabelecida nos itens 10.6 e 10.7, e somente podem ser realizadas por trabalhadores que atendam às condições de qualificação, habilitação, capacitação e autorização estabelecidas nesta NR.

10.5 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DESENERGIZADAS

10.5.1 Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, mediante os procedimentos apropriados, obedecidas a seqüência abaixo:

a) seccionamento;

b) impedimento de reenergização;

c) constatação da ausência de tensão;

d) instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos;

e) proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada (Anexo I);

f) instalação da sinalização de impedimento de reenergização.

10.5.2 O estado de instalação desenergizada deve ser mantido até a autorização para reenergização, devendo ser reenergizada respeitando a seqüência de procedimentos abaixo:

a) retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos;

b) retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo de reenergização;

c) remoção do aterramento temporário, da equipotencialização e das proteções adicionais;

d) remoção da sinalização de impedimento de reenergização;

e) destravamento se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento.

10.5.3 As medidas constantes das alíneas apresentadas nos itens 10.5.1 e 10.5.2 podem ser alteradas, substituídas, ampliadas ou eliminadas, em função das peculiaridades de cada situação, por profissional legalmente habilitado, autorizado e mediante justificativa técnica previamente formalizada, desde que seja mantido o mesmo nível de segurança originalmente preconizado.

10.5.4 Os serviços a serem executados em instalações elétricas desligadas, mas com possibilidade de energização, por qualquer meio ou razão, devem atender ao que estabelece o disposto no item 10.6.

10.6 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ENERGIZADAS

10.6.1 As intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 50 Volts em corrente alternada ou superior a 120 Volts em corrente contínua somente podem ser realizadas por trabalhadores que atendam ao que estabelece o item 10.8 desta Norma.

10.6.1.1 Os trabalhadores de que trata o item anterior devem receber treinamento de segurança para trabalhos com instalações elétricas energizadas, com currículo mínimo, carga horária e demais determinações estabelecidas no

Anexo II desta NR.

10.6.1.2 As operações elementares como ligar e desligar circuitos elétricos, realizadas em baixa tensão, com materiais e equipamentos elétricos em perfeito estado de conservação, adequados para operação, podem ser realizadas por qualquer pessoa não advertida.

10.6.2 Os trabalhos que exigem o ingresso na zona controlada devem ser realizados mediante procedimentos específicos respeitando as distâncias previstas no Anexo I.

10.6.3 Os serviços em instalações energizadas, ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminência de ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo.

10.6.4 Sempre que inovações tecnológicas forem implementadas ou para a entrada em operações de novas instalações ou equipamentos elétricos devem ser previamente elaboradas análises de risco, desenvolvidas com circuitos desenergizados, e respectivos procedimentos de trabalho.

10.6.5 O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.

10.7 - TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT)

10.7.1 Os trabalhadores que intervenham em instalações elétricas energizadas com alta tensão, que exerçam suas atividades dentro dos limites estabelecidos como zonas controladas e de risco, conforme Anexo I, devem atender ao disposto no item 10.8 desta NR.

10.7.2 Os trabalhadores de que trata o item 10.7.1 devem receber treinamento de segurança, específico em segurança no Sistema Elétrico de Potência (SEP) e em suas proximidades, com currículo mínimo, carga horária e demais determinações estabelecidas no Anexo II desta NR.

10.7.3 Os serviços em instalações elétricas energizadas em AT, bem como aqueles executados no Sistema Elétrico de Potência – SEP, não podem ser realizados individualmente.

10.7.4 Todo trabalho em instalações elétricas energizadas em AT, bem como aquelas que interajam com o SEP, somente pode ser realizada mediante ordem de serviço específica para data e local, assinada por superior responsável pela área.

10.7.5 Antes de iniciar trabalhos em circuitos energizados em AT, o superior imediato e a equipe, responsáveis pela execução do serviço, devem realizar uma avaliação prévia, estudar e planejar as atividades e ações a serem desenvolvidas de forma a atender os princípios técnicos básicos e as melhores técnicas de segurança em eletricidade aplicáveis ao serviço.

10.7.6 Os serviços em instalações elétricas energizadas em AT somente podem ser realizados quando houver procedimentos específicos, detalhados e assinados por profissional autorizado.

10.7.7 A intervenção em instalações elétricas energizadas em AT dentro dos limites estabelecidos como zona de risco, conforme Anexo I desta NR, somente pode ser realizada mediante a desativação, também conhecida como bloqueio, dos conjuntos e dispositivos de religamento automático do circuito, sistema ou equipamento.

10.7.7.1 Os equipamentos e dispositivos desativados devem ser sinalizados com identificação da condição de desativação, conforme procedimento de trabalho específico padronizado.

10.7.8 Os equipamentos, ferramentas e dispositivos isolantes ou equipados com materiais isolantes, destinados ao trabalho em alta tensão, devem ser submetidos a testes elétricos ou ensaios de laboratório periódicos, obedecendo se as especificações do fabricante, os procedimentos da empresa e na ausência desses, anualmente.

10.7.9 Todo trabalhador em instalações elétricas energizadas em AT, bem como aqueles envolvidos em atividades no SEP devem dispor de equipamento que permita a comunicação permanente com os demais membros da equipe ou com o centro de operação durante a realização do serviço.

ATENÇÃO PESSOAL DA ELÉTRICA! FIQUE ATENTO AS NORMAS E CUMPRA A NR-10.

O que são zonas controladas e zonas de risco

 

AOS COLEGAS ELETRICISTAS

HOJE E SEMPRE

USO OBRIGATÓRIO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA

Claudio – HPTEL


Calcule para seus projetos

11/01/2011

Estima-se que a maioria das construções do Pais principalmente aquelas construídas pelo sistema de mutirão, sempre acontece alguma falha de execução, não por descaso mas pelo fato de ser na maioria das vezes executados por amadores ou pessoas sem conhecimento técnico que no momento de colaboração deixa de cumprir com algumas normas, isso ocorre principalmente na parte elétrica que na compra dos materiais são sempre considerados “caros” preços elevados e acaba optando por similares ou mais baratos. Essas construções devido ao sistema de mutirão são levantadas “construídas”, de forma rápida para que se tenha o melhor aproveitamento da mão-de-obra.

O ideal neste caso é procurar um especialista para dar assessoria, para preparar à infraestrutura prevendo todas as necessidades de instalação, elétrica, telefone, internet, água quente/fria, esgoto e reaproveitamento de água e etc. quando não for possível o profissional responsável pela execução da obra devera auxiliar o seu cliente e dar todas as informações sobre as instalações sugerindo até a preparação para as instalações futuras como automação “casa inteligente” prevendo passagens de eletrodutos e pontos de redundância principalmente aqueles que serão embutidos em Lages e alvenaria.

O ideal é seguir alguns passos para que as instalações aconteçam de maneira segura;

1-      Preparação do projeto completo (procure se inteirar das novidades e equipamentos que trarão a você e seus familiares maior segurança, conforto e economia) na aquisição de materiais e acessórios.

2-    Prever pontos de tomadas elétricas, telefone, interruptores, internet, água fria/quente (com as mudanças de tecnologia, é interessante redundância de pontos).

3-      Estudo dos locais onde serão instaladas as tomadas de uso específico (TUEs) e tomadas de uso geral (TUGs), (utilize as tomadas especificas principalmente nas tomadas (TUEs) que tem as suas conexões maiores 4,8 mm de diâmetro suportando até 20 Amperes enquanto a (TUGs) tem 4,0 mm suporta até 10 Amperes.

4-      Pontos de luminárias internas e externas, inclusive pontos de sensores e campainhas.

5-      Prever quadro de distribuição interna, considerando 1 disjuntor geral, um DR e disjuntores para cada circuito independente preferencialmente sistema (DIN) devido a sua eficácia na atuação de proteção.

6-      Calcule a bitola de cabos e fios deixando uma margem de segurança para cada circuito prevendo futuras ampliações.

7-      Prever necessidade atual e futura, como eletrodutos para segurança e automação, deixando pontos próximos a batentes de portas e janelas essa infra estrutura é individual devido a interferência que a corrente alternada afeta acessórios de CFTV e dados.

8-      No final dos cálculos considere que a demanda para o dia é de 30% e para a noite é de 15%, ou seja se você tem uma carga total de 5000 watts durante o dia será de 3500 watts e a noite será de 4250 watts.

Claudio


Sujeito a chuvas e trovoadas

11/12/2010

 

Próximo verão terá mais tempestades do que os anteriores

Segundo as pesquisas do Inpe, as chuvas estarão acima de média, dos últimos três anos, na região Sudeste.

Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais lançaram um alerta: o verão que começa daqui a 15 dias vai ter mais tempestades do que os anteriores.

A região Sudeste do Brasil deverá registrar no verão de 2011 um número de tempestades severas formadas por altas descargas atmosféricas (raios), ventos fortes e chuvas intensas maior do que a média dos últimos três anos, alerta o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe), Osmar Pinto Júnior. A previsão é baseada em um algoritmo utilizado pelos pesquisadores do  Inpe que, na ultima década, teve uma média de acerto de 80%, prevendo corretamente as condições climáticas em oito dos dez anos analisados. Mas, a exemplo de outras metodologias empregadas para fazer previsões de curto prazo de tempestades severas, o sistema ainda apresenta uma margem de erro relativamente alta, ressalva o pesquisador. “As abordagens utilizadas  ate hoje para fazer previsões de tempestades severas, como dados de satélite, de rede e modelos meteorológicos, falharam. Como no Sudeste e, talvez, também em outras regiões do pais esses eventos severos estão ficando cada vez mais freqüentes, é preciso testar outras abordagens para prevê-los”, disse Osmar Pinto Junior.

Nos últimos três verões, a cidade de São Paulo teve, em média, 39 dias de tempestade. Uma pesquisa do grupo de eletricidade atmosférica do Inpe revela que, no próximo verão, os temporais vão ser mais frequentes na Região Sudeste.

“A nossa previsão é de que vai estar acima da média dos últimos três anos. E nós acreditamos que as chances de acerto são de 80%, ou seja, uma chance bastante boa”, Osmar Pinto Jr, pesquisador do Inpe.

Segundo o estudo, o aumento das tempestades é provocado pelo aquecimento do Oceano Atlântico e pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, fenômeno conhecido como La Niña. A combinação desses dois fatores influencia toda a circulação de ar no continente.

E junto com isso surgem eles “raios” fazendo o maior barulho e soltando fogo e consequentemente queimando os aparelhos elétricos.

Nesta época é que mais acontece acidentes dessa natureza devido estação do verão, instalações provisórias para festas, período de férias onde é propicio passeios em lugares vulneráveis em praias e campos expondo-se inocentemente aos perigos da natureza.

Neste período começa a instalações de lâmpadas decorativas para o Natal começa a enfeitar desde pés de rosa até pinheiros se perdendo nas alturas esquecendo que, as instalações elétricas externas são condutoras e com certeza estão sem a proteção devida. Com o intuito de prevenir acidentes envolvendo descargas elétricas os Órgãos Públicos de segurança alerta para os cuidados especiais para prevenção dessas e outras ocorrências.

Consulte um especialista em eletricidade para certificar se existe aterramento adequado para as instalações existentes.

Claudio – HPTEL


Programa avalia desperdicio de energia elétrica

29/07/2010

Matéria do professor Antonio Padilha Feltrin da Universidade Estadual Paulista (UNESP)

 

No caminho entre a usina geradora de energia elétrica e as tomadas nas casas dos consumidores, o Brasil perde cerca de 18% da eletricidade que produz.

Desperdicio de energia

No caminho entre a usina  geradora de energia eletrica e as tomadas nas casas dos consumidores, o Brasil perde cerca de 18% da eletricidade que produz. Isso equivale à geração de uma usina de porte médio, como a de Ilha Solteira, no noroeste do Estado de São Paulo, com capcidade de 3.400 MW.

Estima-se que a maior parte dessas perdas, entre 10% e 12% da produção, esteja na parte final doo sistema: a distribuição.

Agora, uma pesquisa coordenada pelo professor Antonio Padilha Feltrin, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), resultou na criação de uma metodologia e de um software para auxiliar as companhias de distribuição a calcular e identificar os pontos mais vulneraveis às perdas.

Setor elétrico

O setor elétrico subdivide-se em três etapas: a geração, que ocorre nas usinas; a transmissão, referente ao trecho entre as geradoras e as subestações; e a distribuição, que compreende a rede que liga as subestações aos consumidores. Este último trecho é o mais comtplexo, além de responder pela maior parte das perdas.

“Trata-se de uma imensa quantidade de dados e que não estão facilmente disponíveis para as empresas”, disse Padilha. Para identificar perdas na transmissão, por exemplo, é preciso verificar as diferenças entre a energia recebida que saiu da usina.

No entanto, na distribuição o cáculo é muito mais complexo. De cada subestação sai uma malha que percorre os postes pelas ruas e avenidas da cidade. O simples cálculo de perdas exige a somatória dos medidores de todas as unidades consumidoras.

Perdas de energia

Nessa etapa, os maiores responsáveis por perdas são os transformadores de energia elétrica. Quando dimencionados acima da capacidade necessária, esses dispositivos provocam grandes perdas, de acordo com o professor da Unesp.

Além deles, há as perdas inerentes aos outros equipamentos, como os medidores e os próprios cabos condutores. Isso sem contar as chamadas perdas “não técnicas” que dizem respeito à interferência ou omissão humana como, por exemplo, erros de medição, medidores não calibrados e os furtos de energia conhecidos popularmente com  “gatos”.

“Em alguns Estados, as perdas não técnicas respondem pela maior quantidade perdida”, afirmou Padilha. Do total entre 10% e 12% da energia produzida e perdida nas redes de distribuição, as perdas técnicas representam entre 4% e 8%. O restante são perdas não técnicas, cuja principal fonte são os furtos, praticados por pequenos e até por grandes consumidores.

Imprecisão

O professor da Unesp explica que zerar perdas é impossivel, mas o indice brasileiro pode ser bastante reduzido se forem tomadas medidas precisas. No entanto, qualquer plano de ação depende do levantamento de uma enorme quantidade de informações, o que é um trabalho bastante complicado.

“Os sistemas disponiveis mais completos envolvem tantas informações que são inviáveis para se aplicar com frequência. Por outro lado, os sistemas mais simples podem ser empregados periodicamente, mas são incompletos e subestimam perdas”, apontou Padilha.

Programa de análise

O dilema da equipe da Unesp foi reunir as vantagens dos dois tipos de aplicativos sem reproduzir as desvantagens. Para isso, nova metodologia teve de ser desenvolvida e, a partir dela, foi criada um programa computacional.

Ao ser aplicado na empresa Elektro, o software foi comparado aos programas mais completos e também aos mais simpleficados e se mostrou bastante preciso, apresentando resultados bem próximos aos dos programas tradicionais. E o melhor foi que funcionou de maneira rápida.

“As empresas precisam fazer esses cálculos pelo menos uma vez por mês, por isso é importante que os resultados sejam apresentados rapidamente”, disse Padilha.

Para aplicar os programas mais complexos, as empresas costumam manter uma equipe dedicada a esse tipo de medicação, o que resulta em mais custos. O software produzido na Unesp reduz o trabalho braçal de levantamento e inserção de dados e retorna resultados após algumas horas.

Agora, o grupo prretende aprimorar o programa, inserindo probabilidades de ocorrência. “Com isso, aumentaremos a qualidade dos resultados. Em vez de dar apenas um número, diremos qual é a faixa de precisão”, disse Padilha.

Claudio – HPTEL


Raios matam mais homens; 5% morrem em casa, diz estudo

08/02/2010

 

Porque a insistência no assunto!

Veja mais uma reportagem do dia 08/02/10 FOLHA ONLINE

A informação é de um estudo do Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), ligado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

FOLHA ONLINE

Os homens são as principais vítimas de raios em São Paulo. Entre 2000 e 2009, 85% das pessoas que morreram após serem atingidas por descarga elétrica no Estado eram do sexo masculino. A informação é de um estudo do Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), ligado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Foram 230 mortes no Estado no período: 196 homens e 34 mulheres. A maioria das vítimas (60%) tinha entre 25 e 59 anos. Crianças de até 14 anos e idosos com mais de 60 foram a minoria (12%, na soma).

O Elat também identificou que a agropecuária foi a principal atividade relacionada a esse tipo de ocorrência. Do total de mortos, 20% eram trabalhadores rurais que recolhiam animais ou manipulavam ferramentas como enxada e facão no meio de plantações.

As mortes em campos de futebol vêm na segunda posição, com 15%, mesmo índice dos óbitos devido à proximidade da vítima com meios de transportes (aviões, carros, na carroceria de caminhão, sobre motocicletas, bicicletas e cavalos).

O levantamento mostra que, mesmo dentro de casa, existe o risco de morrer atingido por um raio. Morreram nessa condição 5% das vítimas. Outros 2% foram atingidos quando falavam ao telefone.

De acordo com o coordenador do Elat e da pesquisa, Osmar Pinto Junior, os homens são as maiores vítimas dos raios porque estão mais expostos. “Os homens, e os adultos, exercem mais atividades ao ar livre, como o futebol e a agropecuária”, disse.

Além disso, ele apontou que pessoas em lugares descampados têm mais chances de serem atingidas. Na quarta, um costureiro boliviano morreu em uma praça do Pari, em uma tempestade, ao voltar para casa.

É mito que homens altos são mais suscetíveis aos raios.

O Estado é líder no número de mortes por raio, com 17% dos casos registrados de 2000 a 2009 no país. Já a cidade de São Paulo é, dentro do Estado, a campeã desse tipo de ocorrência: foram 14 no período.

Junior afirma que as mortes em São Paulo são “relativamente altas” se comparadas, por exemplo, ao Estado da Flórida, o que registra mais óbitos provocados por raios nos EUA. Lá, em média, nove pessoas morreram por ano entre 1990 e 2003. Aqui, entre 2000 e 2009 foram 23. “Atribuo essa diferença à falta de informação em relação aos raios e à maneira de se proteger deles. A maioria dessas mortes poderia ser evitada se as pessoas tivessem mais informações”, disse ele.

Onde encontrar informações!

Eu acredito que a melhor maneira de encontrar as informações sobre proteção é, procurar pessoas habilitadas com conhecimento técnico para avaliar cada situação.

Ultimamente é o que mais ouvimos falar, acredito que a maioria das pessoas não está dando importância para o grande problema. O raio ou a descarga elétrica como é chamado, não apareceu agora, ele sempre existiu em alguns locais com mais e outros com menos freqüência. Só que, devido às mudanças climáticas, ficamos a mercê dessa situação. Vejo como saída, a prevenção nas instalações elétricas e aterramentos adequados. temos que tomar o cuidado para não fazer parte de mais um que faz sua instalação inadequadas, como em alguns casos e situações que deparamos por ai, que esta mais para “chama raio” do que para-raio.

Consulte um profissional faça uma avaliação, se ja existe sistema de aterramento, como esta a sua ligação! Ligações elétricas inadequadas, materiais próprios de instalação, e etc.

Você sabia que a melhor maneira de saber se o sistema de aterramento esta bom é com aparelho chamado terrometro! verificar o sistema de para raio! Isso mesmo, com ele você fica sabendo como esta a resistividade do local e se pode ser confiável.

Não acredite na idéia de “coloque uma haste de ferro próximo ao medidor que resolve, não, isso não vai resolver se por acaso uma descarga atmosférica “raio” cair neste ponto ou próximo dele.    

Claudio – HPTEL


RAIOS QUE NÃO NOS PARTA!

27/01/2010

“Isso vai dar samba” esta acontecendo e muitos não estão sabendo ou?

No dia 26 de janeiro ouvi vários relatos sobre descargas atmosféricas (raios) em quase todas as regiões do Brasil. Eu mesmo atendi um chamado de um cliente, que durante uma passagem de temporal na região aconteceu uma série de descargas (raios) nas proximidades da empresa, no atendimento verifiquei que as avarias foram poucas, porque sua infra-estrutura de proteção esta em ordem (bem feita) mesmo assim houve queima de aparelhos. Neste caso as pessoas que trabalham naquele local tiveram muita proteção divina acompanhada de um trabalho bem realizado nas instalações. Com o ocorrido, veio a preocupação dos responsáveis da empresa em procurar melhorar o Sistema de Proteção de Descarga Atmosférica (SPDA), devido a presença de pessoal no local durante as 24 horas do dia.

Proteja-se procure informações e assessorias com profissionais da área, urgente. Verifique suas instalações e não corra o risco.

Essas são algumas Noticias divulgadas pela midia no dia 26 01 10

Benedito Martins, de 33 anos, trabalhava em um porto de areia quando recebeu a descarga. Segundo relatório do Inpe, cerca de 450 raios atingiram a cidade em menos de 24 horas.

O número de descargas elétricas no Brasil aumentou 40% nos últimos dois anos. A culpa é do fenômeno La Ninã que provoca mais tempestades no país.

Raio parte árvore no meio em Jacarepaguá

A chuva provocou estragos na Zona Oeste e em várias partes do Rio. Na Estrada dos Três Rios, uma árvore pegou fogo depois de ser atingida por um raio. Algumas ruas chegaram a ficar sem luz.

Homem é atingido por descarga elétrica e morre em Pernambuco

Durante os temporais, mais de 62 mil raios foram registrados no Brasil. No Rio de Janeiro, a chuva que atingiu a cidade na noite desta terça-feira veio acompanhada de ventos fortes.

Claudio – HPTEL  Serviços e Consultoria


RAIOS RAIOS E RAIOS

18/01/2010

 

 Construções elevadas e Guaritas principalmente as isoladas de áreas construídas podem atrair as descargas elétricas “raios”

 

Diariamente esta acontecendo, “raios” para lá e “raios” para cá, temos que ficar atento e procurar conhecer os itens de segurança ideal para cada local. Até parece contagioso, é só acontecer em um determinado lugar, que a coisa se espalha rapidamente.

Na hora da construção esse item segurança é desconsiderado por alguns, devido ao alto custo em relação ao total da construção. Apesar das informações que temos diariamente, alguns insiste em não cumprir com o que é certo.

Não podemos concordar com isso.

Em todas as construções é necessário um estudo adequado para a instalação de um Sistema de Proteção de Descarga Atmosférica (SPDA) de acordo com as normas NBR 5410, NBR 5419 e NBR 7117 da ABNT.

Mesmo sendo construídas de madeira ou concreto quaisquer tipos de edificações são perigosas.

Algumas crenças populares e que não se baseiam em fundamento científico são:

  • CRENÇA: A instalação do Pára-raios vai atrair os Raios para a Edificação. 
  • REALIDADE: O sistema de captação deve ser instalado para captar as descargas atmosféricas que ocorrerem para a Edificação.
  • CRENÇA: A instalação do Pára-Raios vai descarregar as nuvens e evitar que o raio caia. 
  • REALIDADE: A descarga das nuvens é na verdade a descarga na forma de raios e o Pára-raios não impedirão a precipitação dos mesmos para a terra.
  • CRENÇA: Um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar. 
  • REALIDADE: A incidência na TORRE  EIFEL (FRANÇA) e no EMPIRE  STATE (USA) é da ordem de 40 descargas por ano.
  • CRENÇA: O Pára-raios do vizinho está protegendo o meu prédio/casa.
  • REALIDADE: O sistema de captação de raios de uma instalação é projetado para proteger a edificação onde está instalado, não  garantindo proteção para outras áreas além daquelas para as quais  foi projetado.
  • CRENÇA: Na região que eu moro não caem raios.
  • REALIDADE: Toda região do planeta é susceptível à ocorrência de descargas atmosféricas, variável de acordo com a latitude e longitude. A ABNT informa a partir de dados do INPE os índices de descargas atmosféricas em todas as regiões do Brasil.
  • CRENÇA: O meu Pára-raios mesmo fora de Normas  tem alguns anos e até hoje não deu nenhum problema.
  • REALIDADE: Provavelmente o Pára-raios referido ainda não foi solicitado. O sistema de captação deve ser projetado de conformidade com as normas para que quando solicitado atue dentro das expectativas previstas pelos pesquisadores, que são os elaboradores das normas e, portanto avaliam seus comportamentos com o avanço da pesquisa na área.  

Consulte a HPTEL 

Claudio – HPTEL


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