Bye bye, incandescentes!

23/06/2014

Foi boa enquanto era somente ela, mas agora???

lampada chorando

Consumidores preferem as fluorescentes, que gastam menos eletricidade e iluminam mais.

No varejo, a venda será permitida até junho de 2015

As lâmpadas incandescentes acima de 60 watts só poderão ser fabricadas ou importadas até o final do mês e deixarão de ser vendidas no varejo até junho do ano que vem. O consumidor terá obrigatoriamente que substituir as que queimarem pelas fluorescentes, halógenas ou de led. A medida, tomada pelo governo federal, é para reduzir o consumo de energia no País.

Em média uma lâmpada fluorescente consome ¼ de corrente em comparação a uma lâmpada incandescente quer dizer, uma lâmpada compacta fluorescente de 25 Watts equivale a uma lâmpada incandescente de 100 Watts. Sem contar com a durabilidade da lâmpada fluorescente que é de aproximadamente 8 vezes.

Os índices mínimos de eficiência luminosa fixado pela Portaria Interministerial 1.007 dos Ministérios de Minas e Energia (MME), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), publicada em 31 de dezembro de 2010, para fabricação, importação e comercialização das lâmpadas incandescentes de uso geral em território brasileiro. De acordo com a portaria, a conversão de energia elétrica em luz e calor tem valores diferentes conforme a tecnologia: lâmpadas incandescentes – 5% luz e 95% calor, fluorescentes compactas – 15% luz e 85% calor, e led – 30% luz e 70% calor.

As lâmpadas incandescentes de 60 w a 100 w deixaram de ser fabricadas e importadas em junho do ano passado e devem deixar de ser comercializadas no varejo também até o final deste mês. As com potência superior aos 100 w foram proibidas ainda antes, entre 2012 e 2013. Até junho do ano que vem serão permitida a fabricação e importação das lâmpadas incandescentes de até 40 w, e a venda no varejo irão até junho de 2016.

No comercio as lâmpadas incandescentes ainda tem o seu preço bem inferior em relação a fluorescente compacta, próximo de 80%. Mas a sua substituição é viável o investimento comparando as economias futuras. O ideal é consultar o catalogo ou o lojista qual é a cor mais ideal para cada ambiente.

Equipe: REDES ELÉTRICAS

lampada chorando 2ENTÃO… TCHAU!

 


Dicas práticas para economia de energia

19/11/2013

LÂMPADAS

Como economizar energia usando alternativas

Iluminação de ambientes

Cores e disposições de moveis em ambientes influenciam sua iluminação;

Manter paredes, janelas, pisos e forros regularmente limpos é fundamental a limpeza coopera com o rendimento da luz e a luz artificial não é tão necessária;

Preferencialmente use a luz natural abrindo janelas, cortinas e persianas;

Mantenha luminárias e lâmpadas limpas para o melhor rendimento;

Use luminárias preferencialmente com refletores espelhados para dobrar o rendimento de luz;Luminárias fluorescentes fechadas e globos com fechamento de acrílico reduz a luz em torno de 30%.Mantenha o controle de cargas dos circuitos não excedendo o limite do condutor;Use lâmpadas compactas, LEDs, e fluorescentes;Lâmpadas e luminárias embutidas no teto, sanca de gesso e etc.  reduz o nível de lux do ambiente;

Individualize os circuitos de iluminação instalando sensores de presença e setorizado por ambientes;

Instrua os familiares e empregados a desligarem as lâmpadas e aparelhos eletrônicos de ambientes não ocupados;

Instale lâmpadas mais eficientes de maior durabilidade sempre considerando o custo beneficio;

TIPOS DE LÂMPADAS

1-    Incandescentes: são lâmpadas consideradas “quentes”, atualmente as mais usadas em iluminação residencial. A sua eficiência luminosa é muito baixa, 12lm/W. seu custo é baixo e sua vida útil é de 1000 horas aproximadamente.

Em locais freqüentados por muitas pessoas, seu uso deve ser analisado principalmente se o ambiente for climatizado a carga térmica exige mais potencia do condensador do ar condicionado, conseqüentemente gastando mais.

2-    Fluorescentes: utilizadas em ambientes industriais, comerciais e residenciais essa é de muito pouca utilização, sua instalação sempre é voltada nas áreas de cozinha, de serviços e sanitários. Existe resistência do uso em salas corredores e quartos. Sua eficiência luminosa é cinco vezes maior que as incandescentes, superam 70 lm/W. é considerada “fria”.

3-     Fluorescentes Compactas: são lâmpadas fluorescentes com tubos em “U” simples, duplo o triplo em função da sua potencia ou ainda em forma circular com reator eletrônico incorporado à rosca o mesmo tipo das incandescentes “E27”, embora o custo é superior ao da lâmpada incandescente o seu retorno é recompensado na sua vida útil que é de aproximadamente de 10000 horas, consome 20% do consumo da incandescente.

4-    Mistas: combina uma incandescente e um tubo de descarga com alta pressão. Funciona com tensão d 220 volts, sem reator. Emite cerca de 25l/W. possui vida útil de cerca de 6000 horas. É uma alternativa para substituição de incandescente de alta potencia.

5-    Halógenas: com 25% a 40% de redução no consumo em relação às incandescentes, também permitem uma perfeita reprodução de cores. São compactas e portanto adequadas à montagem de vitrines e à decoração em geral. Sua vida útil é de 2000 horas.

6-    Dicróicas: são uns aperfeiçoamentos das lâmpadas halógenas por terem um refletor capaz de concentrar o facho luminoso e ao mesmo tempo mandar para trás parte do calor emitido. Tem vida útil de 3000 horas. Embora o vidro na face anterior seja opcional nos produtos oferecidos no mercado, ele é altamente recomendado no caso de a lâmpada ser colocada em locais de permanência de pessoas, caso contrário pode causar queimaduras semelhantes às queimaduras solares além de desbotar superfícies, como papéis carpetes e tecidos.

Que tipo de lâmpada é mais econômico?

As fluorescentes, vendidas no mercado nos formatos tubular, circular e compacta.

O tipo mais eficiente depende do ambiente que se deseja iluminar. Locais que precisam mais de luz,como cozinha, garagens e áreas de serviços, as tubulares são mais adequadas. Já  as compactas, também encontradas em tom amarelo, são indicadas para quartos e salas.

Um estudo realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) revelou que as lâmpadas fluorescentes chegam a ser 79% mais econômicas e produzem 70% menos calor que as incandescentes.

Claudio Pereira – Blog Redes Elétricas


Como conseguir economia de energia elétrica em sua casa

10/12/2012

As instalações elétricas mal feitas ou mal conservadas causam desperdícios de energia e deixam a conta de luz mais cara.

Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo revela que até 2,5% são desperdiçados em uma instalação elétrica, principalmente em edificação acima de 20 anos de construção, quer dizer a energia passa pelo medidor e não é aproveitada em trabalho útil, é consumida pelo aquecimento de condutores e acessórios das instalações elétricas.

Para um consumo de 200 kWh por mês que equivale a R$74,00, o desperdício, em um ano, é de 60 kWh ou, em reais, R$ 22,20.

Como identificar esses problemas!
As verificações das instalações elétricas devem ser feitas por profissionais qualificados. O contato com a rede elétrica pode causar choques com risco de morte.

Devemos estar atento e verificar todos os itens e acessórios correspondentes às instalações elétricas da edificação. Condutores compatíveis com a corrente instalada, condutores aquecidos ou deformados, plugues de eletrodomésticos, encaixe das tomadas (orifício), tomadas com sinais de aquecimento, soquetes de lâmpadas com sinais de aquecimento, interruptores com mal contato (quando ligado faz ruído), quadros de luz sem proteção. Outros sinais claros de problemas são o acionamento de luz ao ligar uma, a outra estando acessa da um sinal de queda de tensão, choques em chuveiro, disjuntor desarmando, oscilações na luz, excesso de equipamentos em um único circuito, excedendo a corrente limitada ao condutor, instalações obsoletas e mal dimensionados.

Sugestão

Se a sua casa ou apartamento tem mais de 10 anos e nunca passou por reformas no sistema elétrico, certamente esta na hora de solicitar um profissional Eletricista para verificar todo o sistema elétrico e isso deve ser realizado a cada 5 anos.

De acordo com a NBR-5410 todas as instalações elétricas principalmente (tomadas de uso específicos (TUEs) e tomadas de uso gerais (TUGs) devem ter o condutor terra instalado para proteção contra choques elétricos.

Ex. de circuito com aquecimento na fase central do disjuntor

circuito foto com aquecimento

Foto extraída do site (www.grothec.com.br)

Claudio – HPTEL


PROTEÇÃO DE DESCARGA ELÉTRICA

14/03/2012

ATERRAMENTO

Nem só de fusíveis e disjuntores estaremos seguros e protegidos, existe algo tão fatal e doloroso quanto aos choques elétricos que são os “RAIOS” que para muitos o resultado é desconhecido. O que esta faltando é a “INFORMAÇÃO” das consequências que ele pode trazer, são resultados catastróficos e mortais. Primeiramente os executores de serviços tem que passar as informações sobre as necessidades do sistema de aterramento em edificações para seus clientes, informando sobre os perigos e as consequências do “raio”. Todos os profissionais da área de elétrica (eletricistas, técnicos e engenheiros), têm por obrigação alertar os proprietários de edificações, a maioria pode não concordar com a instalação devido aos custos. E sempre ouvimos as mesmas desculpas, “nunca aconteceu isso de raio cair e não é agora que vai acontecer”, só que eles esquecem que as condições climáticas do planeta esta mudando a cada dia, os dados estatísticos mostram que cada vez mais os números de descarga atmosférica “raios” aumentam em nosso Planeta.  As informações dependem principalmente de nós Eletricistas, Técnicos e Engenheiros. Nas visitas que faço a clientes e consultas que recebo pelo site, percebe-se que algo esta errado, ou o cliente não acredita nas normas ou não aceita sugestão de profissionais experientes. É muito comum depararmos com essas situações em edifícios, comerciais, residências e principalmente em edificações rurais onde a incidência de descargas atmosférica é maior.

No ultimo mês de fevereiro de 2012 houve várias descargas atmosférica “raios” na cidade onde resido, principalmente na região central que tem centenas de edifícios, neste periodo houve casos que atendi onde somente em um edifício teve queima de vários aparelhos eletrônicos, TVs, geladeiras, sistema de som, modems, telefones sem fios e outros.

Neste caso sempre somos questionados a dar opiniões sobre o que fazer para reaver os produtos de volta, mas, dificilmente somos consultados para verificar ou corrigir o sistema de proteção de descarga atmosférica (SPDA) da edificação.

Francamente, minha opinião, Acredito que a concessionária de energia elétrica do local, é a menos responsável pelos prejuízos gerados por raios. (são coisas da natureza).

A descarga elétrica dificilmente vem pela rede elétrica e sim pela própria edificação, exceto se as instalações a partir do quadro tipo padrão não estiverem de acordo com as normas previstas pela concessionária local.

Pode ser que aconteça da descarga “raio” ir pela rede elétrica?… Não estou tomando partido nem de A nem de B, mas será que neste caso todos os aparelhos que estão ligados na mesma rede da concessionária, casas visinhas, apartamentos não queimariam também?

O que causa estranheza é saber que todos sabem, mas ao mesmo tempo não querem saber… das normas de instalações NBR 5410 em vigor e NBR 14136, que atende as exigências e prevê para a tomada fixa o terceiro pino ou contato de aterramento

Proteger os equipamentos eletrônicos!

A primeira palavra que ouvimos, “AMELHOR COISA PARA NÃO QUEIMAR É O FILTRO DE LINHA”, pois é, a informação nunca é completa que seria mais o menos assim, “compro o filtro de linha e antes de instalar vou providenciar um sistema de aterramento para interligar no filtro de linha”. Ou será que o plugue com o pino de aterramento do filtro, esta lá por simples capricho do fabricante. E (CUIDADO) com aqueles filtros que tem as tomadas com três pinos e o plugue com dois, neste caso não existe condutor de terra. O sistema de aterramento devera estar de acordo com as normas previstas da NBR 5419. Caso contrario, a instalação será em vão.

COMO SE PROTEGER DE UMA DESCARGA ATMOSFÉRICA?

Consulte um profissional  da área elétrica que tenha conhecimentos em SPDA

Claudio – HPTEL


PORQUE FICO NO ESCURO?

07/01/2012

“O Mãheeeeeee liga o disjuntor pra Mimmmm”

É muito comum isso acontecer, principalmente no período do inverno, é quando mudamos a temperatura do chuveiro do verão para o inverno e usamos a torneira elétrica para não congelar a mãos.

TUDO ISSO ACONTECE POR QUE?

Todos nós sabemos que tudo tem um começo, “porque não começar pelo começo?”, cuidado com os famosos “puxadinhos” o próprio nome já diz, cansativos, caros, custosos etc.

E muitos tem a idéia… “vou fazer um provisório até o ano que vem”. hehehehehe… Isso ai só acontece a cada 1 por 1.000.000,  passa 1, 2, 3, 10, 20 anos e ai vai acaba virando titio vira avós, estica mais um pouquinho e por ai vai  até que o fogo chega. Não é piada não, é estatística.

PLANEJAMENTO. Hoje uma construção tem o custo mínimo de + ou – de R$600,00 por m², e deste valor temos que considerar que de 3 a 4% são para o investimento em materiais de elétrica, para isso temos que planejar a construção para não ter problemas e deficiências no sistema elétrico da construção. Isso também vale para outros sistemas de hidráulicas e Telecom.

CUIDADOS COM MULTIRÃO.  Pode ficar mais em conta “barato” a mão de obra, mas os matérias não podem ser excluídos de forma nenhuma.

As questões mais comuns são, porque minhas lâmpadas piscam, o disjuntor desarma, o chuveiro queima e etc.

Diz um ditado que “só vendo para crer”, depois do ocorrido dizem “agora eu acredito”.

SUGESTÃO se vai construir uma edificação acima de 40m² solicite a instalação do medidor padrão com a tensão de 110/220 volts mas nada impedem de ter a mesma tensão em uma edificação até 40m².

Consulte um profissional eletricista para assessorar ou executar os serviços de eletricidade.

Claudio – HPTEL


CUIDADO COM CERTOS MATERIAIS !

17/11/2011

NÃO PAGUE PARA VER

Neste mês aconteceu um “problemão”. Na execução nas instalações de um cliente, devido a necessidade de ter uma extensão com capacidade para atender um equipamento, montamos uma com cabo tipo PP 3 X 2,5 mm² com plugue macho de 16 Amperes e na outra extremidade uma tomada fêmea também de 16 Amperes emborrachada, após a montagem ligamos na tomada existente e deixamos a tomada emborrachada sobre um móvel sem ligar no equipamento e em dado momento o cliente pegou a tomada e levou um tremendo choque (descarga elétrica), acreditando que tudo seria uma brincadeira do cliente peguei  a tomada e certifiquei que, alem de sentir uma temperatura elevada (quente) também levei um choque (descarga elétrica). De imediato desliguei a extensão e desmontei  a tomada, verifiquei que as terminações estavam corretas e que por nós julgadas seguras por ter seu isolamento “capa” de borracha, simplesmente a borracha não fez o seu papel de isolante, acreditamos que pelo fato de ser condutora e aquecer deva ser de algum material reciclável quer dizer, (material sem controle de qualidade).

Com esse incidente acreditamos que alem deste acessório exista outros de péssima qualidade no mercado. É claro que mesmo com a reclamação com o fornecedor sempre existe uma desculpa tipo, “é a prmeira vez que isso acontece, nunca tivemos ese tipo de reclamação, pode deixar que eu vou encaminhar esse prolema ao fabricante e ver o que esta acontecendo”, bem para não perder tempo decidi informar aos colegas e cliente o fato.

Claudio – HPTEL


Fios e Cabos!

11/07/2011

FIOS E CABOS!!!

Para muitos é um dilema na hora  de decidir o que usar nas instalações elétricas, Fios ou Cabos???

A DIFERENÇA ENTRE UM FIO E UM CABO É A FLEXIBILIDADE.

Os fios são feitos de um único e espesso filamento, e por isso são rígidos.

Os cabos são feitos por diversos filamentos finos, o que lhes dá maleabilidade e facilita sua colocação dentro dos eletrodutos.

Devem ser usados os fios e cabos de cobre de alta condutividade, tipo anti-chamas, com revestimento termoplástico e nível de
isolamento para 750 V e 1000V, salvo indicação em contrario do projeto executivo de elétrica.

Cada fio ou cabo deve conter as seguintes informações gravadas de forma continua.

Cada fio ou cabo deve conter as seguintes informações gravadas de forma continua, bitola, isolação, temperatura, nome do fabricante.

Basicamente as características elétricas (capacidade de condução de corrente, resistência da isolação, etc.) dos cabos flexíveis são as mesmas dos fios rígidos.

A grande diferença é que os cabos flexíveis são melhores para a instalação devido ao fácil manuseio.

APLICAÇÃO

Como condutores de eletricidade, protegidos em eletrodutos, destinados à distribuição de luz, força motriz, aquecimento, sinalização e campainha. Em instalações fixas, embutidas ou aparentes.

VIDA ÚTIL

Um sistema bem feito dura em média 20 anos, mas 10 anos já é um bom período para se fazer uma revisão:

Verificar a fiação, os soquetes, os interruptores e tomadas tanto nos fios e cabos como também, nos dispositivos de proteção, como disjuntores e fusíveis…

Um soquete com problemas rouba energia da lâmpada e um interruptor com algum fio solto ou com mau contato pode causar um curto circuito.

A FIAÇÃO

A escolha da bitola (grossura) do fio ideal para cada circuito deve levar em contas as cargas associadas a cada circuito.

As bitolas mínimas recomendadas são de 1,5mm² para iluminação e 2,5mm² para tomadas de uso geral (TUGs).

CABO É MELHOR QUE FIO?

Depende da utilização.

A única diferença que existe é a flexibilidade a corrente é a mesma, ou seja, um fio 1,5mm², um cabo 1,5mm², ou um cabo flexível
1,5mm², possuem a mesma capacidade de condução de corrente.

Resumindo, a capacidade de corrente é a mesma para as mesmas seções nominais, independentemente da classe do condutor.

O que vai definir a classe a ser utilizada é aplicação e/ou a preferência do projetista ou instalador.

ENTÃO FIO OU CABO QUAL UTILIZAR?

A rigor, só existe uma diferença, que é a flexibilidade, já que a capacidade de corrente dos dois é a mesma.

Ao adquirir este tipo de material, não avalie apenas o preço, a qualidade da matéria prima é muito importante como;

Na compra de qualquer produto, desconfie dos preços baixo demais pesquise mais.

Seja qual for a marca e o tipo de material utilizado (fio ou cabo) utilize os produtos que tenham suas identificações
claras como seção, temperatura, tensão de isolamento, nº da norma que especifica as características técnica referidas para este cabo.

Circuitos específicos, como chuveiros, torneiras elétricas, equipamentos acima de 1800 watts devem ter a potencia do equipamento calculado para cada circuito, e determinar a bitola dos fios incluindo também o fio terra para sua proteção.

Preferencialmente toda fiação devera estar embutidas em eletrodutos ou eletrocalhas para evitar contatos e acidentes.

Os circuitos de tomadas e iluminação deveram ter a proteção individual preferencialmente por disjuntores.

Aguarde 2ª parte

Claudio – HPTEL