Calcule para seus projetos

11/01/2011

Estima-se que a maioria das construções do Pais principalmente aquelas construídas pelo sistema de mutirão, sempre acontece alguma falha de execução, não por descaso mas pelo fato de ser na maioria das vezes executados por amadores ou pessoas sem conhecimento técnico que no momento de colaboração deixa de cumprir com algumas normas, isso ocorre principalmente na parte elétrica que na compra dos materiais são sempre considerados “caros” preços elevados e acaba optando por similares ou mais baratos. Essas construções devido ao sistema de mutirão são levantadas “construídas”, de forma rápida para que se tenha o melhor aproveitamento da mão-de-obra.

O ideal neste caso é procurar um especialista para dar assessoria, para preparar à infraestrutura prevendo todas as necessidades de instalação, elétrica, telefone, internet, água quente/fria, esgoto e reaproveitamento de água e etc. quando não for possível o profissional responsável pela execução da obra devera auxiliar o seu cliente e dar todas as informações sobre as instalações sugerindo até a preparação para as instalações futuras como automação “casa inteligente” prevendo passagens de eletrodutos e pontos de redundância principalmente aqueles que serão embutidos em Lages e alvenaria.

O ideal é seguir alguns passos para que as instalações aconteçam de maneira segura;

1-      Preparação do projeto completo (procure se inteirar das novidades e equipamentos que trarão a você e seus familiares maior segurança, conforto e economia) na aquisição de materiais e acessórios.

2-    Prever pontos de tomadas elétricas, telefone, interruptores, internet, água fria/quente (com as mudanças de tecnologia, é interessante redundância de pontos).

3-      Estudo dos locais onde serão instaladas as tomadas de uso específico (TUEs) e tomadas de uso geral (TUGs), (utilize as tomadas especificas principalmente nas tomadas (TUEs) que tem as suas conexões maiores 4,8 mm de diâmetro suportando até 20 Amperes enquanto a (TUGs) tem 4,0 mm suporta até 10 Amperes.

4-      Pontos de luminárias internas e externas, inclusive pontos de sensores e campainhas.

5-      Prever quadro de distribuição interna, considerando 1 disjuntor geral, um DR e disjuntores para cada circuito independente preferencialmente sistema (DIN) devido a sua eficácia na atuação de proteção.

6-      Calcule a bitola de cabos e fios deixando uma margem de segurança para cada circuito prevendo futuras ampliações.

7-      Prever necessidade atual e futura, como eletrodutos para segurança e automação, deixando pontos próximos a batentes de portas e janelas essa infra estrutura é individual devido a interferência que a corrente alternada afeta acessórios de CFTV e dados.

8-      No final dos cálculos considere que a demanda para o dia é de 30% e para a noite é de 15%, ou seja se você tem uma carga total de 5000 watts durante o dia será de 3500 watts e a noite será de 4250 watts.

Claudio


Sujeito a chuvas e trovoadas

11/12/2010

 

Próximo verão terá mais tempestades do que os anteriores

Segundo as pesquisas do Inpe, as chuvas estarão acima de média, dos últimos três anos, na região Sudeste.

Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais lançaram um alerta: o verão que começa daqui a 15 dias vai ter mais tempestades do que os anteriores.

A região Sudeste do Brasil deverá registrar no verão de 2011 um número de tempestades severas formadas por altas descargas atmosféricas (raios), ventos fortes e chuvas intensas maior do que a média dos últimos três anos, alerta o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe), Osmar Pinto Júnior. A previsão é baseada em um algoritmo utilizado pelos pesquisadores do  Inpe que, na ultima década, teve uma média de acerto de 80%, prevendo corretamente as condições climáticas em oito dos dez anos analisados. Mas, a exemplo de outras metodologias empregadas para fazer previsões de curto prazo de tempestades severas, o sistema ainda apresenta uma margem de erro relativamente alta, ressalva o pesquisador. “As abordagens utilizadas  ate hoje para fazer previsões de tempestades severas, como dados de satélite, de rede e modelos meteorológicos, falharam. Como no Sudeste e, talvez, também em outras regiões do pais esses eventos severos estão ficando cada vez mais freqüentes, é preciso testar outras abordagens para prevê-los”, disse Osmar Pinto Junior.

Nos últimos três verões, a cidade de São Paulo teve, em média, 39 dias de tempestade. Uma pesquisa do grupo de eletricidade atmosférica do Inpe revela que, no próximo verão, os temporais vão ser mais frequentes na Região Sudeste.

“A nossa previsão é de que vai estar acima da média dos últimos três anos. E nós acreditamos que as chances de acerto são de 80%, ou seja, uma chance bastante boa”, Osmar Pinto Jr, pesquisador do Inpe.

Segundo o estudo, o aumento das tempestades é provocado pelo aquecimento do Oceano Atlântico e pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, fenômeno conhecido como La Niña. A combinação desses dois fatores influencia toda a circulação de ar no continente.

E junto com isso surgem eles “raios” fazendo o maior barulho e soltando fogo e consequentemente queimando os aparelhos elétricos.

Nesta época é que mais acontece acidentes dessa natureza devido estação do verão, instalações provisórias para festas, período de férias onde é propicio passeios em lugares vulneráveis em praias e campos expondo-se inocentemente aos perigos da natureza.

Neste período começa a instalações de lâmpadas decorativas para o Natal começa a enfeitar desde pés de rosa até pinheiros se perdendo nas alturas esquecendo que, as instalações elétricas externas são condutoras e com certeza estão sem a proteção devida. Com o intuito de prevenir acidentes envolvendo descargas elétricas os Órgãos Públicos de segurança alerta para os cuidados especiais para prevenção dessas e outras ocorrências.

Consulte um especialista em eletricidade para certificar se existe aterramento adequado para as instalações existentes.

Claudio – HPTEL


Instalações Elétricas Seguras, é possível?

10/11/2010

MATERIAIS E SERVIÇOS

A contratação de um projeto elétrico contribui também na economia do cliente, que terá uma previsão mais exata de quantidade e custos, evitando desperdícios. Alem disso, a instalação elétrica deve passar por uma avaliação criteriosa, feita por um profissional qualificado e habilitado, com base em normas técnicas NBR-5410, da ABNT. É ele que da os parâmetros e as condições mínimas de qualidade e desempenho que as instalações de baixa tensão devem apresentar, garantindo, assim, seu correto e seguro funcionamento.

Uma instalação elétrica é composta por centenas de componentes e produtos que devem ser escolhidos e exigidos certificação do fabricante. A instalação devera ser feita dentro das normas previstas na NBR-5410, isso vai dar segurança para os profissionais e usuários conseqüentemente protegendo o patrimônio.

A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes.

O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.

CUIDADO COM ALGUNS MATERIAIS A DISPOSIÇÃO EM CERTOS FORNECEDORES

NÃO PAGUE PARA VER

Neste mês aconteceu um “problemão”. Na execução nas instalações de um cliente, devido a necessidade de ter uma extensão com capacidade para atender um equipamento, montamos uma com cabo PP 3 X 2,5 mm² com plug macho de 20 Amper e na outra extremidade uma tomada fêmea 25 Amper emborrachada, após a montagem ligamos na tomada existente e deixamos o lado da tomada emborrachada sobre um móvel sem ligar no equipamento e em dado momento o cliente pegou a tomada e levou um tremendo choque eu e meu pessoal não acreditando achando que tudo seria uma brincadeira peguei  a tomada na mão, alem de sentir uma temperatura elevada (quente) também levei um choque. De imediato desligamos e desmontamos  a tomada verificamos que as terminações que por nós julgadas seguras por ter seu isolamento de borracha, simplesmente a borracha protetora não fez o seu papel de isolante, acreditamos que a proteção simplesmente é borracha condutora. (material sem controle de qualidade) “reciclável”.

Com esse incidente acreditamos que alem desse acessório exista outros de péssima qualidade no mercado. É claro que mesmo com a reclamação com o fornecedor sempre existe uma desculpa por parte deles tipo. “pode deixar que eu vou encaminhar isso para o fabricante e ver o que esta acontecendo, nós sempre trabalhamos com esse produto e é a primeira vez que acontece isso e etc”, bem para não perder tempo e não procurar confusão achei melhor deixar prá La e informar aos colegas o fato.

Triste realidade

Dados de pesquisa revelam um perfil bem pessimista da realidade das instalações elétricas na capital paulista. Apontamos aqui alguns levantamentos que mais chamam a atenção

Visão do usuário

  • 88,4% dos usuários consideram suas instalações elétricas “seguras” ou “aceitáveis”, enquanto apenas 56,9% dos técnicos que visitaram os locais as consideraram assim.
  • 34,5% dos usuários que consideraram suas instalações “inseguras” ou “muito inseguras” não estão dispostos a melhorá-las.
  • 31,4% dos usuários não estão satisfeitos com a quantidade de tomadas existentes nos lares. Por ser um número apreciável de insatisfeitos, talvez seja conveniente a normalização técnica e os regulamentos específicos estabelecerem novos padrões.

Mão-de-obra

  • 63,7% dos serviços de eletricidade nas residências são realizados por não-especialistas.

Residências com mais de 20 anos de idade

  • 50% não sofreram nenhum tipo de reforma nas instalações elétricas. Considerando-se o envelhecimento natural dos componentes da instalação (vida útil) e a provável inadequação de uma instalação tão antiga às necessidades modernas de alimentação de cargas, conclui-se que um número significativo de residências pode estar com suas instalações elétricas comprometidas.
  • 48,7% apresentam freqüentes desarmes de disjuntores ou queimas de fusíveis e 42% das atuações dos disjuntores ou fusíveis foram devido a sobrecargas no circuito.

Residências com mais de 10 anos de uso

  • São responsáveis por 100% do total de desligamentos que acontecem devido a curto-circuitos e 80% dos que ocorrem por razão de sobrecarga.
  • 75,1% dos choques elétricos ocorrem neste universo.

Violações à NBR 5410

  • 98,4% das residências não possuem o dispositivo DR instalado, que é um elemento obrigatório desde 1997 e fundamental para a proteção das pessoas contra os perigos resultantes dos choques elétricos.
  • 78,8% dos imóveis não separam os circuitos de iluminação dos circuitos de tomadas.
  • 52,8% dos locais usam quadros de distribuição com partes em material combustível, como madeira.
  • 39,9% das instalações não obedecem a correta identificação de cor do fio neutro.
  • 26,6% dos casos não identificam corretamente a cor do fio terra.

21,8% das residências utilizam dispositivos fusíveis em seus quadros de distribuição, sendo que 60% destes são do tipo “rolha” ou “cartucho”. Isso viola as prescrições da NBR 5410, que somente reconhece os fusíveis fabricados conforme a norma NBR 11840 como aqueles adequados para a utilização na proteção de circuitos elétricos. 

A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes. 

O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.

 

Claudio – HPTEL




CALCULAR OS CIRCUITOS ELÉTRICOS

15/09/2010

 

 É muito comum na época de uma construção ou reforma pensar em economia ou ate mesmo acreditar que esta exagerando na demanda considerada ou sugerida por um profissional. Neste momento temos que considerar o que temos de equipamentos elétricos e o que vamos acrescentar para ligar na rede elétrica. Procure dimensionar individualmente os circuitos elétricos exemplo, chuveiro, aquecedor, ar condicionado, tomadas de uso específicos (TUEs), tomadas de uso geral (TUG), implante a nova norma a NBR 14136 – Plugues e Tomadas para uso doméstico até 20A/ 250V em corrente alternada – Padronização, desenvolvida no âmbito da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.  As tomadas do novo Padrão Brasileiro foram projetadas para impedir o contato acidental com os pinos do plugue quando estes estão energizados, evitando-se, assim, eventuais choques elétricos.

Outro grande benefício da norma NBR 14136 é a padronização de plugues e tomadas em apenas duas versões de correntes: 10 A e 20 A.

Como cada uma delas possui uma configuração diferente no diâmetro dos pinos, fica impossível ocorrer sobrecarga* de energia.

Na prática, um aparelho eletroeletrônico com corrente de 20 A não pode ser conectado a uma tomada de 10 A, já que seu plugue é compatível apenas com tomadas de 20 A. Já um aparelho com corrente de até 10 A pode ser conectado tanto na tomada de 10 A quanto na de 20 A, pois não existe nenhum risco de sobrecarga nesse circuito.

Em conformidade com a norma ABNT NBR 14136 os plugues e tomadas são com as seguintes medidas.

10 A orifício Ø 4  mm 

20 A orifício Ø 4,8 mm

 

E para os circuitos de iluminação, alarme e segurança. A margem de segurança de um cabo elétrico tem que ser considerado para que em alguma situação de sobrecarga e o cabo não sofra aquecimento, isso vale também para os disjuntores na hora da instalação, calcule o disjuntor nunca acima da corrente limite que suporta o cabo, exemplo se for ligar um circuito de chuveiro de 4500 Watts 220 Volts essa corrente será de 20,45 Ampères neste caso devemos usar um disjuntor de 25 Ampères, (20,45 +25% = 25).o acréscimo de 25% da a segurança de alguma variação no circuito queda de tensão, resistência em curto, já vi chuveiro com resistência em curto não é comum mas acontece, a resistência quando ligada sofre aquecimento e se funde com a própria temperatura eliminando almas aspirais e consequentemente aumentando a corrente.  Falando em chuveiro, só use o DR no circuito se a resistência for blindada.

Para os circuitos de tomadas de uso específicos(TUEs) use cabos acima de 4mm² e as tomadas deverão ser de 20 Ampères, quando for adquirir as tomadas e plugues novo padrão para 10 e 20 Ampères isso é para segurança dos circuitos o pino de 20 Ampères não entra na tomada de 10 Ampères e para as tomadas de uso geral (TUG) use cabos de 2,5mm², neste caso informe ao cliente que as tomadas são para 10 Ampères e não poderá ultrapassar essa corrente mesmo o cabo sendo de 2,5mm² que suporta 21 Ampères, neste caso a potencia poderá ser no Maximo até 1200 Watts por tomada.

 Para montagem dos quadros, coloque primeiramente no inicio do barramento os circuitos de correntes maiores, distribua por setores os ambientes do imóvel, distribuindo os circuitos de maneira que as cargas fiquem equilibradas, quando o circuito for bifásico ou trifásico.

 

O modelo de planta ilustra como distribuir os circuitos.

Claudio – HPTEL


MONITORAMENTO DE PROTEÇÃO

31/08/2010

 Fusível queimou, disjuntor desligou, o LED avisou!

É muito comum ainda a existência de fusíveis em instalações elétricas para proteção nos circuitos elétricos, e na queima de um fusível, até se identifique qual deles queimou, muito tempo passou. Com este circuito o alerta é visual, mesmo para a queima de fusível quanto para desarme de disjuntor.

Tipos de Fusíveis

Os dispositivos de proteção têm como principal objetivo proteger os condutores dos circuitos e os aparelhos elétricos de qualquer sobrecarga que produz uma corrente excessiva ou de qualquer curto-circuito que possa acontecer no sistema.

Existem vários tipos de dispositivos de proteção. Entre os mais antigos, os fusíveis, como o próprio nome diz, são aqueles formados por um filamento projetado para suportar um determinado valor de corrente. Quando a corrente que passa por ele ultrapassar este valor limite o filamento se rompe protegendo o circuito. Os elementos fusíveis podem ser de cinco tipos:

Os fusíveis são constituídos geralmente por ligas de materiais como chumbo, estanho, cádmio, bismuto e mercúrio. Essas ligas apresentam baixo ponto de fusão, de 60 a 200o C. Esse baixo ponto de fusão é justificado pelo princípio de funcionamento do fusível, uma vez que o mesmo se funde, interrompe a corrente.

O fusível possui sempre um isolante que o envolve, pois se ele ficar exposto, o arco elétrico que surge durante sua fusão poderá danificar equipamentos vizinhos. O elemento isolante também deve suportar a pressão resultante do arco e a elevação da temperatura do elemento fusível. Os invólucros normalmente utilizados são de cerâmica, papelão, vidro entre outros. A maioria dos invólucros também permite a inspeção visual do estado do elemento fusível.

Cuidado com a qualidade dos fusíveis. Alguns fabricantes não realizam sequer ensaios com o produto e apesar de apresentarem em seu corpo um valor de capacidade de corrente, nem sempre atendem às exigências da norma.

Em instalações residenciais, por questão de segurança, os fusíveis do tipo rolha ou cartucho não são mais permitidos. Devem ser substituídos de preferência por disjuntores.

Disjuntores

Já os disjuntores são dispositivos parecidos com um interruptor comum que permite a interrupção da passagem de corrente. Entretanto o disjuntor não se rompe como o fusível. O disjuntor tem um dispositivo interno automático e, portanto, quando existir algum problema na instalação, ele desarma a chave abrindo assim o circuito. Esse dispositivo é termo-magnético, ou seja, se a temperatura do condutor passar do limite aceitável, isso indica que está existindo uma sobrecarga no sistema e a chave é acionada. Se houver um curto-circuito na instalação, vai existir uma grande variação no campo eletro-magnético do condutor e a chave também vai ser acionada. No entanto, logo que o problema que gerou a sobrecarga ou o curto-circuito for resolvido, o disjuntor poderá ser religado, o que não acontece com os fusíveis que precisam ser trocados.

Para as residências, existem dois tipos básicos de disjuntores disponíveis no mercado:

Americano (NEMA)

Europeu (DIN)

A única diferença entre eles é forma de fixação e o tamanho do módulo. O tipo americano tem módulo de 1″(25.4 mm) e o tipo europeu tem módulo de 17,5 mm, portanto é mais compacto.

Os disjuntores podem ser monofásicos, bifásicos ou trifásicos como podem ser vistos nas figuras acima. Cuidado: não utilize 2 disjuntores monofásicos em circuitos 220V, pois em caso de sobrecarga ou curto-circuito corre-se o risco de somente uma das fases ser desligada; utilizando-se disjuntores bifásicos em circuitos de 220V, em caso de sobrecarga ou curto, as 2 fases serão desligadas.

Circuito para monitoramento

OBS. O componente Diac  onde diz D83 Considere Db3.

Estando o fusível em bom estado, O R1 e R2 continuam com mesmo equilíbrio de potencia não ocorrendo tensão no circuito, mas em caso de queima do fusível vai ocorrer uma diferença de potencial entre R1 e R2 e o circuito será alimentado.

O LED ficará piscando até o fusível ser substituído.

Se preferir poderá levar o circuito demarcado em vermelho para o mais proximo possivel do monitoramento.

Claudio – HPTEL

 


ENERGIA ALTERNATIVA

19/08/2010

ATUALIZAÇÃO

Recentemente foi divulgado a seguinte noticia, “Energia solar abastece cidade inteira na china”, porque será que para uns é possível e para outros não. O que será necessário para isso acontecer? Dependem de alguma decisão política, recursos financeiros, incentivo ou outros empecilhos que não sabemos?

Sabemos que, para isso não é preciso inventar nada, pois já existe tudo que é necessário para inovar. Olhe as vantagens que existe para todos, menos poluição e emissão de gás carbônico.

Energia solar abastece cidade inteira na China
Uma cidade onde 99% da população conta com aquecedores solares de água e energia solar para a geração de eletricidade. Assim é Rizhao, município com 2,8 milhões de habitantes situados na província de Shandong, na China. Lá são evitadas as emissões de 53 mil toneladas de gás carbônico anualmente e cada morador deixa de gastar US$ 1.807 com contas de eletricidade.

Não podemos esquecer que a China esta em segundo lugar somente atrás dos Estados Unidos. Acredito que isso é um receio “medo” de novas culturas, aquela preocupação, será que vou tomar um banho quente hoje? Ou será que a TV vai funcionar? Isso tudo é que nos assusta. Mas, será que a partir de um plano de conscientização, da sua real necessidade e da divulgação e incentivo dos fabricantes e governos, não seria a melhor forma de convencimento e aceitação?

É muito comum vermos equipamentos de energia alternativa, em locais como rodovias, estações de comunicação e bases de controle, que não existe energia elétrica ou dificulta o concessionário local de energia elétrica atender esses consumidores. Vemos que esses locais são pontos essenciais para o andamento da empresa que o utiliza. Será que eles perdem alguma coisa com isso? ao contrario, é  a maneira ideal e correta de continuar com suas operações.

Claudio – HPTEL


MANUTENÇÃO

12/08/2010

Manutenção !  A IDEAL…

Muitos sabem, mas… não fazem!

Quando tudo esta “ligado, rodando e funcionando” é uma maravilha, mas, quando nada funciona é um desastre, é assim onde muitos se enquadram. É muito comum ver situações onde as instalações elétricas estão precárias e saber, que a qualquer momento poderá “explodir”. Deixando de investir em seu patrimônio acreditando estar ganhando.

Recentemente estive em uma empresa fabricante de peças para vários segmentos de metalúrgica e montadoras. No inicio deparei com a mais deplorável das instalações elétricas que eu já tinha visto, mas como faz parte da minha profissão, elaborei um relatório das deficiências e correções e fiz o orçamento ideal para que as maquinas e equipamentos funcionassem de acordo com as normas vigentes,  não era de se esperar a reação do responsável da empresa quando o conteúdo do relatório e orçamento chegou ao seu conhecimento, as discordâncias e desculpas são sempre as mesmas, “vamos fazer reformas futuras, vamos mudar, não temos recursos para investimento, preciso dos equipamentos funcionando e etc.

Neste caso por conhecer o administrador da empresa tive a liberdade de mostrar a ele que, os prejuízos nunca trazem lucros e sim perdas e comentamos sobre as perdas em;

Tempo parado do equipamento.

Tempo parado do funcionário.

Custos com peças e materiais.

Prazo de entrega do produto para seu cliente.

Valores de mão-de-obra para correção.

 

Chegamos a conclusão que existe uma perda considerável neste caso e se fosse mantido a manutenção preventiva o seu custo não fosse percebido em função da programação  feita. O que temos é, ter consciência e o que realmente queremos “ganhar ou perder”.

Manutenção Preventiva= investimento (custo programado). É uma forma de antecipar ao problema, ou seja, diminuir as chances dos problemas aparecerem. Na qual a intervenção é programada em períodos (semanal, quinzenal, mensal, etc.), a idéia é identificar a falha antes que ela ocorra. Tem um problema, qual o período em que se deve intervir, antes que a falha ocorra? um esperto diria poderia se fazer preventiva toda hora, mas isso implica custo, então é neste ponto que entra a próxima manutenção, a preditiva.

Manutenção Corretiva= perdas inesperadas (não sabemos o seu custo, mas sempre superior ao programado). Também conhecida como “apagar incêndio”, na manutenção moderna deve ser evitada a todo, custo ela implica parada do equipamento “prejuízos” esta normalmente tem o custo mais elevado por ser feita quando já há maior comprometimento de todo o sistema elétrico.

Manutenção preditiva: a manutenção preditiva é a que fornece dados para a manutenção preventiva, ou seja monitora-se o equipamento durante certo periodo, nem todos os equipamentos podem ser monitorados o tempo todo, isso implica em custos, então se avalia o comportamento do equipamento, ate que sua operação se afaste do ponto ótimo de desempenho, e conforme a necessidade de cada equipamento e sua importancia dentro da planta, define-se o periodo de intervenção prebentiva, nets aanalise o modelo estatistico é fundamental.

Muitas vezes a manutenção é lembrada somente no momento de utilização do sistema, isso quando quando já surgiu o defeito ou o problema. Para isso temos que tomar os cuidados necessarios e proceder da melhor maneira e mais economica que existe.

Estimado em gastos com manutenção, exemplo se gastamos

Corretiva =  100%

Preventiva= 75%

Preditiva= 50%

 

Claudio – HPTEL


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