Sol pode ser energia no futuro

17/05/2010

Previsão é de que 22% da eletricidade mundial venha desta fonte até 2050

A Agência Internacional de Energia (AIE) declarou que a energia solar pode oferecer um quarto da eletricidade mundial até 2050. Mas para isso acontecer será preciso apoio governamental, sobretudo na próxima década, até para que ela possa competir com a energia convencional. Hoje a energia do Sol representa apenas 0,5% da oferta mundial.

Apontada como uma saída contra a dependência dos combustíveis fósseis, dois grandes produtores de tecnologias solares – leia-se a Espanha e a Alemanha -, já pagam tarifas feed-in para as usinas, um subsídio que visa cortar gradualmente os custos tecnológicos ao nível da energia convencional, uma condição conhecida como “paridade na rede”.

Mas já anunciaram: reduzirão essas tarifas. “Sem o declínio você não oferece um incentivo para que o setor inove. Apenas fornecer subsídios não faz sentido”, disse Nobuo Tanaka, diretor executivo da AIE.

A Agência, conselheira de países desenvolvidos sobre políticas energéticas, estima que os painéis fotovoltaicos montados nos telhados não alcançarão a paridade na rede até 2020, e as usina não chegarão neste ponto até 2030. Por outro lado, a energia solar concentrada pode alcançar a paridade na rede em momentos de pico na demanda até 2020, sobretudo em locais ensolarados.

A AIE estima que a produção de energia solar em 2010 será de 37 TWh, quase tudo proveniente de usinas fotovoltaicas. Em 2030 a agência prevê que esta tecnologia representará 5% da eletricidade global.

Poucas usinas concentradas foram construídas até agora, mas elas podem produzir muito mais do que instalações fotovoltaicas. Juntas, as duas tecnologias podem oferecer 2,3% da demanda de energia em 2020, crescendo para 8,8% em 2030, quando a paridade da rede entrar em cena. Em 2050, as duas podem fornecer 11% da eletricidade global, concluiu a AIE

fonte: Carbono Brasil/ Reuters

Claudio – HPTEL


CERCA ELÉTRICA

13/04/2010

Sei que este assunto esta fora do interesse do seguidores do blog, mas vamos passar para aqueles que se esconde dos acontecimentos e destacar a importancia da informação, principalmente aos “pais”.

OBRIGAÇÃO DOS PAIS!

Acredito que depois de tanta informação e puxões de orelha do meu Pai virei eletricista.

Nesta semana fiquei entristecido com mais um acontecimento do dia 11/04/10 “morre mais uma criança”, em consequencia de descarga elétrica.

Parece até brincadeira. Será que é falta de informação dos pais? Acredito que neste caso faltou educação, tipo “não entre em lugar que esta fechado ou cercado, propriedade alheia, isso tem dono”, ou será que podemos entrar em qualquer lugar que desejamos? Até parece casa da “Maria Joana”, depois vem às conseqüências e os “inocentes” pagam por falta de informação dos responsáveis “pais”.

MATERIA DO DIA 13/04/2010

Cerca elétrica mata garoto

Na manha de ontem, alguns garotos foram ao local onde o amigo morreu. a cerca eletrizada fica a poucos metros de um campo de futebol onde eles se divertem nos fins de semana.

Choro da avó: Maria Mariano não se conforma com a morte trágica do neto e pediu providencias às autoridades. “quero justiça”

Adolescente recebeu a descarga elétrica ao tocar numa cerca em volta de uma obra do INSS. Os pais estão revoltados.

O sonho de ser um grande jogador de futebol acabou para o adolescente Francisco Amauri Ferreira, 13 anos, no fim da tarde d ultimo domingo (11). Ele brincava de bola com amigos em um campinho de grama na Avenida 9 do conjunto Jereissati II, em Maracanaú, quando foi morto por uma descarga elétrica em uma cerca escondida por trás de um tapume que ficava de um dos lados do campo.

Segundo amigos, Amauri teria ido apanhar a bola, que caiu por trás do tapume, quando se deparou com a cerca eletrificada, encostada ao chão. “ele caiu com o pescoço na cerca e ficou grudado. Puxamos ele pela bermua, tomamos choque também, mas não conseguimos salvar o nosso amigo”, contou o pequeno João Victor, de apenas 10 anos.

Desespero

Os outros nove garotos que jogavam bola se desesperaram com a cena e correram ate  na Avenida 9 em busca de socorro para Amauri. “passava um monte de gente, ninguém parava. Ate que uma senhora parou, viu o que tinha ocorrido, e chamou uma ambulância”, contou João Victor. O adolescente foi levado para o hospital de Maracanaú, mas estava sem vida.

Claudio


SEMPRE A MESMA HISTÓRIA!

19/03/2010

Como sempre, a noticia chega dessa forma. O mesmo aconteceu com a chegada do conversor digital, foi anunciado um valor para compra e na realidade o preço foi outro bem, mas bem maior. Será que as operadoras de banda larga vão permitir isso? Eu não acredito.

Veja a noticia. (18/03/2010)

Banda larga popular pode ficar entre R$ 25 e R$ 35 por mês no Brasil

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, declarou nesta quinta-feira (18/03/2010), que o governo quer criar um programa que garanta acesso à internet banda larga com preços acessíveis. Os valores estão em discussão ficam na faixa de R$ 25 a R$ 35 por mês. A rede de fibra ótica da antiga Eletronet, que agora pertence ao governo, deve ser utilizada em parceria com a iniciativa privada.

– A empresa terá o acesso à fibra ótica e vai fornecer para o usuário. Vamos condicionar que tenha um preço compatível – explicou Paulo Bernardo.

Segundo Bernardo, não poderá haver, nesse caso, venda casada, em que a operadora oferece a internet com o telefone fixo, uma vez que isso ampliaria os custos para o usuário. A ideia é que, depois de lançado, o projeto de uso da fibra ótica se dissemine pelo país em dois anos.

Nada se falou da velocidade da banda nesta entrevista, concedida pela manhã num programa do governo.

O ministro também afirmou que a utilização da cabos de eletricidade está sendo testada pelas distribuidoras de energia elétrica e pode ser mais uma opção de acesso à banda larga com preço menor. Em alguns locais onde não há cabos de eletricidade ou fibra ótica poderão ser usados sistemas de rádio ou acesso via satélite.

De acordo com ele, o debate sobre o assunto foi interrompido por conta da elaboração do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. Segundo o ministro, o assunto deverá voltar à pauta de conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final deste mês ou em abril, após o lançamento do PAC 2.

Para o ministro, o Plano de Banda Larga, que está sendo elaborado pelo governo, deve ser aprovado pelo Congresso Nacional com rapidez.

Claudio – HPTEL


SMART GRID

07/03/2010

EMPRESA DOS EUA APOSTA EM ENERGIA ELÉTRICA POR DEMANDA NO BRASIL

CONVERGÊNCIA DIGITAL  

 

Como funciona?

Os novos medidores de energia serão capazes de transmitir e receber dados de leituras remotas, alem de possibilitar a gestão otimizada da rede. A instalação dos contadores inteligentes possibilitara a transmissão de dados por meio do sistema de gestão automatizado de contadores (AMM- Automated Meter Management). O projeto contempla o protocolo de comunicação Power Line Carrier (PLC).

Claudio – HPTEL

A norte-americana Silver Spring Networks desembarca no país através de parceria com a mineira Axxiom, mas tem planos de abrir filial própria num médio prazo. Empresa, no entanto, já contrata profissionais brasileiros para atuarem nos Estados Unidos, revela em entrevista por e-mail ao Convergência Digital, o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, John O’Farrell.

Um dos desafios da companhia é aguardar a regulamentação do uso das redes elétricas inteligentes, em especial, os medidores inteligentes, os smart meters. Para expandir nos países emergentes, a Silver Spring Networks captou US$ 100 milhões no final de 2009. O Brasil é o segundo país onde a empresa quer marcar presença fora dos Estados Unidos. O primeiro foi a Austrália.

Aqui, para garantir conhecimento do mercado e das peculiaridades do país, a Silver Spring fechou uma parceria, no final do ano passado, com a mineira Axxiom. “As concessionárias de energia brasileiras, numa comparação com às da Rússia, Índia e China, são bem mais desenvolvidas. Houve um investimento em tecnologia. Por isso, acreditamos que no Brasil, o uso do smart grid acontecerá mais cedo do que nesses outros países do chamado BRIC”, salienta Farrell. A empresa está contratando profissionais brasileiros e levando para atuar nos EUA, para capacitação e treinamento.

De acordo ainda com o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, há dois pontos importantes para o investimento em energia no Brasil: o aumento da demanda, que determina um risco maior de ‘apagões’ e o roubo de energia, o chamado ‘gato’, que segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, proporciona uma perda de R$ 7.6 bilhões.

Os medidores inteligentes, assegura Farrell, são uma opção concreta para evitar fraudes. E para o executivo, a migração dos medidores analógicos pelos inteligentes é medida inevitável, e acontecerá num médio prazo no Brasil e em outros países.

“Nos Estados Unidos, a troca foi determinada para que o consumidor tivesse maior informação quanto ao seu consumo de energia”, conta Farell. “Mas trouxe uma vantagem que é a venda de energia por serviço efetivo – mais barato nos horários de maior demanda, e mais caro nos de pico. Esse modelo será replicado em outros países, e acreditamos que tem bastante espaço no Brasil”, preconiza o executivo.

Estudo feito pelo Electric Power Research Institute, órgão americano responsável pelo estudo de energia elétrica nos Estados Unidos, revela que a tecnologia smart grid reduz as emissões de carbono em 25%. A economia representa 10% de todas as emissões de CO2 no país e corresponde a 140 milhões de carros a menos nas ruas.

O levantamento constata ainda que as redes inteligentes de energia elétrica também provocam uma redução no consumo de energia em 15% a consumidores residenciais e industriais. Ainda nos EUA, os números do Departamento de Energia do país apontam, ainda, que a demanda por energia elétrica deve aumentar em cerca de 40% até 2030.

No Brasil, a Aneel, desde novembro do ano passado, trabalha na elaboração de um novo regulamento sobre medição eletrônica que prevê a troca dos 63 milhões de relógios de eletricidade nas residências do país. O objetivo é tornar a rede mais inteligente e, portanto, menos suscetível à falha.
 Ana Paula Lobo


Novo padrão de tomadas ainda causa transtornos

22/02/2010

É difícil encontrar adaptadores para o novo modelo.
Novo padrão entrou em vigor no início de janeiro.

Mais de um mês após a sua implantação, a mudança no padrão brasileiro de plugues e tomadas continua causando transtornos ao consumidor. É difícil encontrar adaptadores para o novo modelo, que conta com três pinos, nas principais lojas de varejo.

E quando encontra você vai pagar três vezes mais do valor de uma tomada. Isso é Justo?

O setor tem grande dificuldade para encontrar supridores que acompanhem a grande demanda. A questão é foco de ação do Ministério Público Federal do Paraná, que pretende interromper a mudança.

Acreditamos que é o caminho!

O novo padrão entrou em vigor no início de janeiro e, segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), tem como objetivo aumentar a segurança das instalações elétricas nos lares brasileiros. Os novos plugues e tomadas são obrigatórios em geladeiras, lavadoras de roupas, micro-ondas, aparelhos de ar condicionado, TVs de plasma e LCD e computadores.

Quer dizer que outros equipamentos (rádios, DVDs, ferro elétrico, etc.) que também são elétricos, não são perigosos?

NOVO MODELO DE TOMADA É MAIS CARO QUE O ANTIGO

Os transtornos são maiores nesse último caso – uma vez que, para todos os outros, o Inmetro recomenda a troca das tomadas, em vez do uso de adaptadores. Para computadores, porém, existe a necessidade de adaptadores para o uso de filtros de linha ou nobreaks nos padrões antigos ou nos padrões americanos (dois pinos chatos e um cilíndrico), mais difíceis de encontrar.

O Inmetro reconhece o transtorno, mas diz que é comum em um momento de mudança como esse. “Temos feito pesquisa em diversos Estados sobre a disponibilidade de adaptadores. Em um primeiro momento, a dificuldade era muito grande. Hoje em dia pode haver problemas pontuais, mas a quantidade de adaptadores cresceu bastante”, diz o chefe da divisão de avaliação da conformidade do instituto, Gustavo Kuster.

E TEM MAIS!

Coisas importantes que ainda não divulgaram!

Você sabia que os novos padrões têm dois tipos de tomadas e conexão para cada situação? E isso é determinado pela cor de cada tomada?

Então fique atento. Se você tem equipamentos elétricos que consome uma corrente até 10 amperes a cor dessas é (preto) e acima de 10 amperes até 20 a cor é (branco). Os pinos terão diâmetros diferenciados de acordo com a corrente elétrica de que o aparelho necessita para funcionar. Isso impede que um aparelho de maior amperagem possa ser conectado a instalação de até 10 amperes, sobrecarregando-a.

Pois é, essa informação não chegou até você  consumidor final.

Na hora de comprar esses produtos, temos que consultar um técnico para saber qual a corrente de cada equipamento elétrico para instalar a tomada adequada.

Antes de comprar, consulte um profissional de eletricidade.

Claudio – HPTEL


Raios matam mais homens; 5% morrem em casa, diz estudo

08/02/2010

 

Porque a insistência no assunto!

Veja mais uma reportagem do dia 08/02/10 FOLHA ONLINE

A informação é de um estudo do Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), ligado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

FOLHA ONLINE

Os homens são as principais vítimas de raios em São Paulo. Entre 2000 e 2009, 85% das pessoas que morreram após serem atingidas por descarga elétrica no Estado eram do sexo masculino. A informação é de um estudo do Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), ligado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Foram 230 mortes no Estado no período: 196 homens e 34 mulheres. A maioria das vítimas (60%) tinha entre 25 e 59 anos. Crianças de até 14 anos e idosos com mais de 60 foram a minoria (12%, na soma).

O Elat também identificou que a agropecuária foi a principal atividade relacionada a esse tipo de ocorrência. Do total de mortos, 20% eram trabalhadores rurais que recolhiam animais ou manipulavam ferramentas como enxada e facão no meio de plantações.

As mortes em campos de futebol vêm na segunda posição, com 15%, mesmo índice dos óbitos devido à proximidade da vítima com meios de transportes (aviões, carros, na carroceria de caminhão, sobre motocicletas, bicicletas e cavalos).

O levantamento mostra que, mesmo dentro de casa, existe o risco de morrer atingido por um raio. Morreram nessa condição 5% das vítimas. Outros 2% foram atingidos quando falavam ao telefone.

De acordo com o coordenador do Elat e da pesquisa, Osmar Pinto Junior, os homens são as maiores vítimas dos raios porque estão mais expostos. “Os homens, e os adultos, exercem mais atividades ao ar livre, como o futebol e a agropecuária”, disse.

Além disso, ele apontou que pessoas em lugares descampados têm mais chances de serem atingidas. Na quarta, um costureiro boliviano morreu em uma praça do Pari, em uma tempestade, ao voltar para casa.

É mito que homens altos são mais suscetíveis aos raios.

O Estado é líder no número de mortes por raio, com 17% dos casos registrados de 2000 a 2009 no país. Já a cidade de São Paulo é, dentro do Estado, a campeã desse tipo de ocorrência: foram 14 no período.

Junior afirma que as mortes em São Paulo são “relativamente altas” se comparadas, por exemplo, ao Estado da Flórida, o que registra mais óbitos provocados por raios nos EUA. Lá, em média, nove pessoas morreram por ano entre 1990 e 2003. Aqui, entre 2000 e 2009 foram 23. “Atribuo essa diferença à falta de informação em relação aos raios e à maneira de se proteger deles. A maioria dessas mortes poderia ser evitada se as pessoas tivessem mais informações”, disse ele.

Onde encontrar informações!

Eu acredito que a melhor maneira de encontrar as informações sobre proteção é, procurar pessoas habilitadas com conhecimento técnico para avaliar cada situação.

Ultimamente é o que mais ouvimos falar, acredito que a maioria das pessoas não está dando importância para o grande problema. O raio ou a descarga elétrica como é chamado, não apareceu agora, ele sempre existiu em alguns locais com mais e outros com menos freqüência. Só que, devido às mudanças climáticas, ficamos a mercê dessa situação. Vejo como saída, a prevenção nas instalações elétricas e aterramentos adequados. temos que tomar o cuidado para não fazer parte de mais um que faz sua instalação inadequadas, como em alguns casos e situações que deparamos por ai, que esta mais para “chama raio” do que para-raio.

Consulte um profissional faça uma avaliação, se ja existe sistema de aterramento, como esta a sua ligação! Ligações elétricas inadequadas, materiais próprios de instalação, e etc.

Você sabia que a melhor maneira de saber se o sistema de aterramento esta bom é com aparelho chamado terrometro! verificar o sistema de para raio! Isso mesmo, com ele você fica sabendo como esta a resistividade do local e se pode ser confiável.

Não acredite na idéia de “coloque uma haste de ferro próximo ao medidor que resolve, não, isso não vai resolver se por acaso uma descarga atmosférica “raio” cair neste ponto ou próximo dele.    

Claudio – HPTEL


Movimento capaz de gerar energia

03/02/2010

Este é o futuro imaginado por um grupo de pesquisadores da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.

A nova tecnologia desenvolvida por eles é capaz de gerar energia a partir de movimento cotidiano, como caminhar e até mesmo respirar. Trata-se de um filme composto de nano fitas de cerâmica mergulhadas em folhas de borracha de silicone. As fitas são tão pequenas que 100 delas, enfileiradas lado a lado, cabem em um milímetro.

O material resultante gera energia quando flexionado e é altamente eficiente: sua taxa de conversão de energia mecânica em elétrica chega a 80%.

Além do exemplo do sapato, os pesquisadores acreditam que a tecnologia poderia ser útil para abastecer equipamentos médicos instalados no corpo, como marca-passos.

Os filmes, se colocados contra os pulmões, poderiam usar o movimento da respiração e eliminar a necessidade de cirurgias constantes para substituição das baterias. Outra vantagem é a de que o silicone é biocompatível, já foi usado em implantes cosméticos e aparelhos médicos, e não seria rejeitado pelo organismo.

A pesquisa foi publicada na Nano Letters.

Claudio – HPTEL


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