Banda Larga PLC

26/08/2010

Telebrás anuncia as 100 primeiras cidades que participarão do Plano Nacional de Banda Larga

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, anunciou nesta quinta (26) a lista das 100 primeiras cidades que serão conectadas à internet rápida até o final de 2010 pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Os Estados com mais cidades contempladas na primeira fase do PNBL serão Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, cada um com oito municípios. Em seguida, com sete cidades, estão Espírito Santo, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo.

O Nordeste será a região com maior número de municípios atendidos, com 58 no total, seguido do Sudeste, com 30.

Os critérios de escolha da Telebrás levaram em conta municípios com menor densidade de banda larga, menor índice de desenvolvimento humano (IDH), com programas de inclusão social e distribuição por Estado.

Veja se a sua cidade faz parte da lista dos 100 municípios incluídos na primeira fase do PNBL:

– Arapiraca (AL)
– Messias (AL)
– Palmeira dos Índios (AL)
– Joaquim Gomes (AL)
– Pilar (AL)
– Rio Largo (AL)
– Feira de Santana (BA)
– Itabuna (BA)
– Camaçari (BA)
– Governador Mangabeira (BA)
– Eunápolis (BA)
– Governador Lomanto Júnior (BA)
– Muritiba (BA)
– Presidente Tancredo Neves (BA)
– Sobral (CE)
– São Gonçalo do Amarante (CE)
– Quixadá (CE)
– Barreira (CE)
– Maranguape (CE)
– Russas (CE)
– Cariacica (ES)
– Domingos Martins (ES)
– Conceição da Barra (ES)
– Piúma (ES)
– São Mateus (ES)
– Vila Velha (ES)
– Itapemirim (ES)
– Anápolis (GO)
– Aparecida de Goiânia (GO)
– Trindade (GO)
– Águas Lindas de Goiás (GO)
– Alexânia (GO)
– Itumbiara (GO)
– Imperatriz (MA)
– Paço do Lumiar (MA)
– Presidente Dutra (MA)
– Porto Franco (MA)
– Grajaú (MA)
– Barra do Corda (MA)
– Barbacena (MG)
– Juiz de Fora (MG)
– Conselheiro Lafaiete (MG)
– Ibirité (MG)
– Sabará (MG)
– Uberaba (MG)
– Ribeirão das Neves (MG)
– Santa Luzia (MG)
– Campina Grande (PB)
– Campo de Santana (PB)
– Araruna (PB)
– Riachão (PB)
– Dona Inês (PB)
– Bananeiras (PB)
– Duas Estradas (PB)
– Carpina (PE)
– Tracunhaém (PE)
– Nazaré da Mata (PE)
– Paudalho (PE)
– Limoeiro (PE)
– Aliança (PE)
– Piripiri (PI)
– Campo Maior (PI)
– José de Freitas (PI)
– Piracuruca (PI)
– Batalha (PI)
– São João da Fronteira (PI)
– Angra dos Reis (RJ)
– Nova Iguaçu (RJ)
– São Gonçalo (RJ)
– Piraí (RJ)
– Mesquita (RJ)
– Rio das Flores (RJ)
– Duque de Caxias (RJ)
– Casimiro de Abreu (RJ)
– Santa Cruz (RN)
– Nova Cruz (RN)
– Passa e Fica (RN)
– Parnamirim (RN)
– Lagoa d´Anta (RN)
– Extremoz (RN)
– Açú (RN)
– Nossa Senhora da Glória (SE)
– Barra dos Coqueiros (SE)
– Laranjeiras (SE)
– Japaratuba (SE)
– São Cristóvão (SE)
– Carira (SE)
– Campinas (SP)
– Guarulhos (SP)
– Pedreira (SP)
– Serrana (SP)
– Conchal (SP)
– Embu (SP)
– São Carlos (SP)
– Gurupi (TO)
– Araguaína (TO)
– Guaraí (TO)
– Paraíso do Tocantins (TO)
– Wanderlândia (TO)
– Porto Nacional (TO)

vamos esperar e comparar qualidade, custo, confiabilidade e etc.

Claudio – HPTEL


SEMPRE A MESMA HISTÓRIA!

19/03/2010

Como sempre, a noticia chega dessa forma. O mesmo aconteceu com a chegada do conversor digital, foi anunciado um valor para compra e na realidade o preço foi outro bem, mas bem maior. Será que as operadoras de banda larga vão permitir isso? Eu não acredito.

Veja a noticia. (18/03/2010)

Banda larga popular pode ficar entre R$ 25 e R$ 35 por mês no Brasil

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, declarou nesta quinta-feira (18/03/2010), que o governo quer criar um programa que garanta acesso à internet banda larga com preços acessíveis. Os valores estão em discussão ficam na faixa de R$ 25 a R$ 35 por mês. A rede de fibra ótica da antiga Eletronet, que agora pertence ao governo, deve ser utilizada em parceria com a iniciativa privada.

– A empresa terá o acesso à fibra ótica e vai fornecer para o usuário. Vamos condicionar que tenha um preço compatível – explicou Paulo Bernardo.

Segundo Bernardo, não poderá haver, nesse caso, venda casada, em que a operadora oferece a internet com o telefone fixo, uma vez que isso ampliaria os custos para o usuário. A ideia é que, depois de lançado, o projeto de uso da fibra ótica se dissemine pelo país em dois anos.

Nada se falou da velocidade da banda nesta entrevista, concedida pela manhã num programa do governo.

O ministro também afirmou que a utilização da cabos de eletricidade está sendo testada pelas distribuidoras de energia elétrica e pode ser mais uma opção de acesso à banda larga com preço menor. Em alguns locais onde não há cabos de eletricidade ou fibra ótica poderão ser usados sistemas de rádio ou acesso via satélite.

De acordo com ele, o debate sobre o assunto foi interrompido por conta da elaboração do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. Segundo o ministro, o assunto deverá voltar à pauta de conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final deste mês ou em abril, após o lançamento do PAC 2.

Para o ministro, o Plano de Banda Larga, que está sendo elaborado pelo governo, deve ser aprovado pelo Congresso Nacional com rapidez.

Claudio – HPTEL


SMART GRID

07/03/2010

EMPRESA DOS EUA APOSTA EM ENERGIA ELÉTRICA POR DEMANDA NO BRASIL

CONVERGÊNCIA DIGITAL  

 

Como funciona?

Os novos medidores de energia serão capazes de transmitir e receber dados de leituras remotas, alem de possibilitar a gestão otimizada da rede. A instalação dos contadores inteligentes possibilitara a transmissão de dados por meio do sistema de gestão automatizado de contadores (AMM- Automated Meter Management). O projeto contempla o protocolo de comunicação Power Line Carrier (PLC).

Claudio – HPTEL

A norte-americana Silver Spring Networks desembarca no país através de parceria com a mineira Axxiom, mas tem planos de abrir filial própria num médio prazo. Empresa, no entanto, já contrata profissionais brasileiros para atuarem nos Estados Unidos, revela em entrevista por e-mail ao Convergência Digital, o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, John O’Farrell.

Um dos desafios da companhia é aguardar a regulamentação do uso das redes elétricas inteligentes, em especial, os medidores inteligentes, os smart meters. Para expandir nos países emergentes, a Silver Spring Networks captou US$ 100 milhões no final de 2009. O Brasil é o segundo país onde a empresa quer marcar presença fora dos Estados Unidos. O primeiro foi a Austrália.

Aqui, para garantir conhecimento do mercado e das peculiaridades do país, a Silver Spring fechou uma parceria, no final do ano passado, com a mineira Axxiom. “As concessionárias de energia brasileiras, numa comparação com às da Rússia, Índia e China, são bem mais desenvolvidas. Houve um investimento em tecnologia. Por isso, acreditamos que no Brasil, o uso do smart grid acontecerá mais cedo do que nesses outros países do chamado BRIC”, salienta Farrell. A empresa está contratando profissionais brasileiros e levando para atuar nos EUA, para capacitação e treinamento.

De acordo ainda com o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, há dois pontos importantes para o investimento em energia no Brasil: o aumento da demanda, que determina um risco maior de ‘apagões’ e o roubo de energia, o chamado ‘gato’, que segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, proporciona uma perda de R$ 7.6 bilhões.

Os medidores inteligentes, assegura Farrell, são uma opção concreta para evitar fraudes. E para o executivo, a migração dos medidores analógicos pelos inteligentes é medida inevitável, e acontecerá num médio prazo no Brasil e em outros países.

“Nos Estados Unidos, a troca foi determinada para que o consumidor tivesse maior informação quanto ao seu consumo de energia”, conta Farell. “Mas trouxe uma vantagem que é a venda de energia por serviço efetivo – mais barato nos horários de maior demanda, e mais caro nos de pico. Esse modelo será replicado em outros países, e acreditamos que tem bastante espaço no Brasil”, preconiza o executivo.

Estudo feito pelo Electric Power Research Institute, órgão americano responsável pelo estudo de energia elétrica nos Estados Unidos, revela que a tecnologia smart grid reduz as emissões de carbono em 25%. A economia representa 10% de todas as emissões de CO2 no país e corresponde a 140 milhões de carros a menos nas ruas.

O levantamento constata ainda que as redes inteligentes de energia elétrica também provocam uma redução no consumo de energia em 15% a consumidores residenciais e industriais. Ainda nos EUA, os números do Departamento de Energia do país apontam, ainda, que a demanda por energia elétrica deve aumentar em cerca de 40% até 2030.

No Brasil, a Aneel, desde novembro do ano passado, trabalha na elaboração de um novo regulamento sobre medição eletrônica que prevê a troca dos 63 milhões de relógios de eletricidade nas residências do país. O objetivo é tornar a rede mais inteligente e, portanto, menos suscetível à falha.
 Ana Paula Lobo


Internet pela rede elétrica enfrenta obstáculos

20/01/2010

 

Não da para entender, “um dia pode e outro não pode”.

Um dia após o anuncio de o Estadão ter divulgado reportagem do dia 17 de Janeiro de 2010, 11:15

AE – Agencia Estado

SÃO PAULO – A oferta de acesso à internet pela rede de eletricidade pode acabar não se tornando realidade no Brasil por causa de exigências impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dizem empresas interessadas em explorar esse serviço. Mesmo as distribuidoras mais adiantadas na tecnologia temem que não seja viável se lançar no negócio porque não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para uma outra empresa, fora do próprio grupo.

O uso da rede elétrica para o tráfego de internet é considerado uma ferramenta importante para disseminar o acesso à banda larga no Brasil. Isso porque a rede das distribuidoras de energia é bem maior do que a malha de operadoras de telefonia e de TV a cabo e atinge parte expressiva do território brasileiro.

O problema apontado pelas empresas está na regra aprovada pela Aneel no ano passado, ao regulamentar a exploração dessa tecnologia. Ela estabelece que as distribuidoras de energia terão de fazer uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Assim, mesmo que a distribuidora tenha uma subsidiária específica para a banda larga elétrica, esta terá de concorrer com os demais interessados, em igualdade de condições, para ter o direito de usar sua rede.

Para Orlando Cesar Oliveira, diretor da Copel Telecom, braço da banda larga da Companhia Paranaense de Energia (Copel), a legislação da Aneel está fortalecendo o monopólio das redes nas mãos das grandes empresas de telecomunicações. Ele explica que há hoje três tecnologias para conexão em banda larga: pela rede das empresas de telefonia, pelos cabos das operadoras de TV paga e pela rede elétrica (Power Line Communication-PLC). Nas duas primeiras, as redes são usadas para oferecer serviços de internet, sem necessidade de licitação.

Oliveira alerta para a possibilidade de que, numa concorrência pública para o uso de sua rede pelo critério do menor preço, uma grande empresa de telecomunicações vença a disputa apenas com o objetivo de preservar mercado, sem necessariamente oferecer os serviços.

O diretor da Aneel Edvaldo Santana defende as exigências incluídas pela agência no regulamento da tecnologia. Segundo ele, fazer licitação para escolher quem presta o serviço de PLC é uma maneira de garantir o menor preço aos clientes dessa nova tecnologia de banda larga. Mas deu sinais de que a agência está disposta a dialogar caso haja frustração dos investimentos em PLC por causa da regulamentação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Reportagem do dia 18 de Janeiro de 2010

Google vai atrás de licença para eletricidade

18/01/10

A gigante de internet Google pediu, no fim do mês passado, uma licença junto à Comissão Federal de Regulamentação da Energia dos Estados Unidos para se tornar distribuidora de eletricidade e ganhar autoridade para comprar e vender energia a granel. A empresa atuaria da mesma maneira que várias elétricas de grande porte, por meio da subsidiária Google Energy LLC.

De acordo com informações do jornal americano Wall Street Journal, a permissão ajudaria na administração das próprias operações da companhia e na melhoria do acesso a fontes renováveis.  A porta-voz da empresa, Niki Fenwick, disse ao impresso que se o pedido à Ferc for atendido, a empresa poderá desenvolver o projeto de energia renovável e comprar eletricidade para suas operações.

Entretanto, a principal novidade no assunto é que o Google poderá ter um papel maior nos mercados, tornando-se até uma atacadista de eletricidade para outros grandes consumidores. Fenwick afirmou que a gigante “não planeja” vender seus serviços de administração de eletricidade a outras empresas ou se tornar uma especuladora no mercado, mas reconheceu que ainda “não determinou o que poderá fazer” com a “equipe verde” que formou.

A Ferc relata que a principal preocupação da comissão é com o domínio de mercado. Porém, como o Google não tem usinas ou distribuidoras, isso não deve ser um problema. A comissão solicitará apenas que a empresa informe seus planos com mais clareza.

Nos EUA, 1.500 empresas são autorizadas a comercializar eletricidade, a grande maioria são concessionárias de serviços públicos ou geradoras. É a primeira vez que a licença é solicitada por uma companhia de informática.

Google PowerMeter

O Google já havia demonstrado seu interesse no mercado de eletricidade ao oferecer o serviço Google PowerMeter. A ferramenta obtém leituras de medidores digitais “inteligentes” e de outros aparelhos, com o objetivo de revelar o consumo da casa e ajudar as pessoas a fazer as escolhas para economizar e diminuir as emissões de gases do efeito estufa das geradoras.

Olha a reportagem do dia seguinte. 

Web via de rede elétrica

Com a permissão de distribuir e comprar eletricidade, o Google abre as portas também para um possível desenvolvimento de projeto de internet via rede elétrica, o PLC (Power Line Communications), que permitiria maior inclusão digital.

No Brasil, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e a Anatel (Agência de Telecomunicações) já deram o aval para a implementação do serviço no país. A internet via tomada promete democratizar o uso da web, pois mais de 90% da população brasileira tem acesso à eletricidade.

Comunidades em áreas rurais e de baixa renda, por exemplo, poderão usufruir o sistema. Além disso, a novidade irá estimular a competição em um mercado dominado pelas empresas de telefonia fixa. Hoje, o serviço de banda larga é restrito a 11 milhões de assinantes.

Mas, as empresas interessadas em explorar esse serviço apontam dificuldades por causa de restrições impostas pela Aneel. Segundo elas, o problema está na regra na regulamentação da exploração dessa tecnologia, que estabelece que as distribuidoras de energia realizem uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Porém, as distribuidoras não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para outra empresa, fora do próprio grupo.

Redação Adnews

Claudio – HPTEL


Recarregador converte sinal wi-fi em eletricidade

16/01/2010

 

NOVIDADE NO “AR”

Intensidade do sinal influirá na velocidade de recarga

O Airnergy Charger é um produto que está prometido para o começo do segundo semestre de 2010. É um carregador de celulares, tocadores de mp3 ou quaisquer outros objetos que podem ser carregados por USB. A diferença é que o Airnergy localiza sinais wi-fi de internet e converte este sinal em energia elétrica, e o armazena em uma bateria interna. A força do sinal terá influência na velocidade em que o Airnergy consegue recarregar um aparelho.

Claudio – HPTEL


Muita luz, velocidade e menos choques!

04/01/2010

BLACKOUT

É isso que esperamos em 2010. No decorrer do ano 2009 passamos por varios Blackout na rede elétrica e ouvimos muitas promessas de responsáveis afirmando que chegou o momento de mudança e melhorias. Vamos aguardar e torcer para que isso não se repita.

Internete rapida via rede elétrica

Outro problema grave que enfrentamos neste ano de 2009 foi as deficiencias na comunicação via internete, grandes perdas aconteceram por causa disso, vamos esperar que a nova técnologia PLC (Power Line Communication) via rede elétrica venha melhorar o sistema e seja mais seguro.

Vamos torcer para que isso venha acontecer rapidamente, que não falte luz, que a velocidade da internet melhore e seu valor mensal seja justo devido a sua transmissão ser via rede elétrica.

Redes Elétricas deseja um feliz ano novo a todos.

Claudio – HPTEL


ELETRICIDADE INTELIGENTE

10/12/2009

A revolução digital vai mudar nossa forma de consumir, distribuir e produzir energia elétrica.

Redes elétricas mais inteligentes saem do papel e chegam até nós, não na velocidade da luz, mas vai chegar.

É fato que a cada dia mais equipamentos elétricos chegam às residenciais de milhares de pessoas em todo o mundo, poi a 50 anos as casas, em sua maioria, só abrigam uma geladeira, um radio e, em algumas exeções, uma TV ou um chuveiro eletrico. Hoje a situação é muito diferente, visto que além daqueles equipamentos, temos um computador, DVD, micro-ondas, cafeteira elétrica e mais um monte de gadgets.

Não é preciso pensar muito para saber que estamos caminhando para o caos energetico, como ocorreu em 1999 em nosso Pais. Alem disso, a necessidade de diminuir ou consumir com mais inteligenci os recursos do planeta está causando movimentação em diversos países.

De acordo com a IBM, 14,7 % do total da energia produzida no brasil é dissipada no processo de distribuição. Além disoo, o furto de energia (famoso “gato”) deve ser diminuido, mais precisão nas medições de consumo e funções adicionais como identificação de falhas à distância são algumas novidades desta nova rede. O que muda?

Como você sabe, o modelo de distribuição é dafasado, se a luz cair na sua casa é preciso ligar para a empresa de energia e pedir que eles venham até você para reparar a falha. Como a Smart Grid é uma rede inteligente, assim que a pane ocorrer, a empresa geradora sabe onde aconteceu a queda de energia e em poucos minutos pode mobilizar funcionários para realizarem o conserto. A comunicação de mão dupla entre sua casa e a operadora, sensores ao longo de toda a rede, controle e automatização doconsumo residencial são algumas das mudanças que ocorrerão.

Primeiro passo

O primeiro passo para chegar a toda esta maravilha do consumo enrgético precisa ser dado na sua casa. Isso mesmo, para que toda essa comunicação inteligente aconteça, seu medidor de energia precisa ser substituido. Há anos um medidor analógico é usado nas casas, desta forma um modelo digital precisa ser introduzido para que haja maior controle por parte de geradora de energia e do consumidor. Estes novos medidoresterão chips e se conectarão à internet para trasmitir dados.

O problema é que isso vai demorar um pouco para acontecer, pois de acordo com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) há, aproximadamente, 65 milhões de medidores analógicos no pais. A regulação dos modelos digitais ainda em saiu do papel, mas a previsão é que em no máximo dez anos todos os medidores sejam substituidos. Além da mudança de leitores, toda a infraestrutura de captação de dados provenientes destes aparelhos precisa ser criada ou aprimorada, pois sem isso não há como medir o consumo ou detectar problemas.

Medidor Digital e Analógico

Faixas de consumo

Em uma consulta pública realizada em 03 de Setembro de 2009, a ANEEL propôs uma nova forma de tarifação de energia. Assim como é feito nos serviços de telefonia, faixas de valores deferenciados serão criadas para fomentar o consumo de eletricidade fora dos horarios de picos. Com estas faixas, as empresas de energia podem cobrar mais pela eletricidade usada no horario comercial e menos durante a madrugada, por exemplo.

Com esta medida, busca-se a criação do habito do consumo consciente no consumidor e evitar panes ou blecautes. Entretanto, para este sistema funcionar, os medidores digitais precisam estar em operação para que seja possível fazer a diferenciação de valores e horários.

Cidade modelo
Há vários lugares onde as Smart Grids estão em testes. Um destes é a cidade de Boulder, no estado do Colorado (EUA), onde o consórcio Xcel Energy vem testando mecanismos para potencializar o uso de energia. Formas tradicionais e emergentes de produção de eletricidade estão sendo avaliadas em algumas residências para verificar a eficiência deste tipo de rede.

 Sustentabilidade

Além de inteligência, outra palavra que tem tudo a ver com Smart Grid: sustentabilidade. Isso porque, uma das novidades nesta nova rede de energia é o consumidor-produtor. A descentralização da produção de energia é uma das propostas das redes inteligentes, sendo assim, qualquer um pode produzir energia e armazenar ou vender o excedente. Muito se fala em energia eólica e solar e estas formas sustentáveis de produção podem estar na sua casa, contribuindo para que sua fatura de luz diminua.

Aparelhos conscientes
Com todas estas possibilidades a tendência é que até os eletrodomésticos se tornem mais inteligentes. Em breve será possível programar a máquina de lavar roupas para funcionar somente nos horários em que a energia é mais barata. Além disso, com a medição inteligente é possível saber quanto cada aparelho consome mensalmente, algo quase impossível hoje em dia.

Por meio de um site ou software, você pode acompanhar diariamente o gasto energético do seu video game ou da geladeira nova e saber com precisão, quanto vai custar a fatura de energia no fim do mês. Até os carros podem servir como provedores de energia, pois em momentos em que o custo por KW for mais alto, a energia armazenada nas baterias do veículo pode servir como fonte de eletricidade para sua casa.

 

Claudio – HPTEL


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